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  • BBB 26: veja imagens de Gabi e Chaiany em camarote no Carnaval do Rio

    BBB 26: veja imagens de Gabi e Chaiany em camarote no Carnaval do Rio

    Metrópoles
    Gabriela e Chaiany em camarote especial na Sapucaí

    Duas participantes do BBB 26 trocaram, por algumas horas, o confinamento pelo Carnaval do Rio. Gabriela e Chaiany foram à Marquês de Sapucaí na madrugada desta segunda-feira (16/2), acompanhando de perto (ou melhor, de cima) os desfiles da primeira noite do Grupo Especial.

    Gabriela, vencedora da prova do anjo da semana, escolheu Chaiany como acompanhante. As duas deixaram a casa do BBB 26 e chegaram à Sapucaí vendadas.

    Como adiantou a coluna, a ida das participantes ao Carnaval faz parte de uma ação comercial ligada a uma marca patrocinadora do programa. Para isso, foi montada uma estrutura inédita no sambódromo carioca, permitindo que as sisters acompanhem os desfiles sem contato com o público e sem acesso a informações externas.

    Gabriela e Chaiany estão em um camarote suspenso no setor 9, a cerca de 25 metros de altura, elevado por um guindaste. O ponto oferece uma visão aérea da Passarela do Samba e mantém o isolamento exigido pelo reality. A ação é assinada pelo Mercado Pago, empresa do Grupo Mercado Livre e uma das patrocinadoras dos desfiles.

  • Paolla Oliveira abre o jogo sobre Diogo Nogueira: "Sou louca por ele"

    Paolla Oliveira abre o jogo sobre Diogo Nogueira: "Sou louca por ele"

    Lucas Pasin/Metrópoles
    Paolla Oliveira

    Paolla Oliveira e Diogo Nogueira estão ensaiando uma reconciliação? Os dois, que anunciaram o fim do relacionamento em dezembro de 2025, vivem se elogiando nas redes sociais e em entrevistas.

    A atriz, em conversa com este colunista do Metrópoles durante passagem pelo Carnaval do Rio, abriu o jogo e contou se tem chances de reatar o relacionamento:

    “Eu vi que saiu que eu voltei com o Diogo. Amor, a gente separou o casal. Mas eu sou louca pelo Diogo, pela família dele, e ele pela minha. O relacionamento quando é bom deixa laços. E a gente tem isso. Não para uma volta, como as pessoas falam, mas para isso continuar e se manter firme por bastante tempo”, afirmou Paolla Oliveira.

    A atriz ainda aproveitou a entrevista para desabafar sobre tudo que falam sobre ela nas redes sociais. Não só que ela estaria ensaiando uma reconciliação, mas também burburinhos que deixam a atriz sem resposta.

    “Em dois minutos eu fui corna, traída não sei quantas vezes. Fiz uma lipo no ‘piriquito’. Não sei de qual maneira que apareceu isso. Aí teve negócio de briga e de disputa. É uma confusão tão grande que quando eu penso em responder uma coisa já apareceu outra”, desabafou Paolla Oliveira.

    Também pela Sapucaí, Diogo Nogueira falou em entrevistas sobre Paolla Oliveira. O pagodeiro também foi só elogios para a ex-namorada, e disse que a respeita muito.

    “Nossa relação é super maravilhosa. Não aconteceu nada grave. O mais importante é que tomamos uma decisão em relação ao que seria o melhor para nós dois”, contou ele à coluna de Fábia Oliveira, no Metrópoles.

    Veja o vídeo da entrevista:

     

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  • Como são escolhidas as fantasias dos policiais que atuam no Carnaval

    Como são escolhidas as fantasias dos policiais que atuam no Carnaval

    Polícia Civil de SP
    Policiais disfarçados prende trio com 8 celulares furtados em bloco

    De personagens do filme Os Caça-Fantasmas a turma do desenho Scooby-Doo, a Polícia Civil de São Paulo tem demonstrado criatividade nas fantasias utilizadas pelos policiais que se disfarçam de foliões para surpreender assaltantes dentro dos blocos do Carnaval paulistano.

    A atuação faz parte de uma estratégia desenvolvida há alguns anos pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para reprimitir, principalmente, furto e roubo de celulares durante a folia.

    O sucesso de algumas dessas ações já rendeu memes nas redes sociais e inspirou até um samba-enredo sobre a atuação da polícia paulista no Carnaval que foi compartilhado pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    O Metrópoles procurou a diretora do DHPP, delegada Ivalda Aleixo, nesse domingo (15/2), para entender como são escolhidas as fantasias usadas pelos policiais e como funciona a operação especial de combate ao crime nos blocos de Carnaval.

    Segundo ela, a escolha e compra das fantasias é feita voluntariamente pela própria equipe e leva em consideração a mobilidade necessária para a atuação dos policiais no meio dos blocos e nas abordagens aos suspeitos.

    “Escolhemos e procuramos aquelas fantasias que permitem mobilidade, fácil compreensão e remoção numa eventualidade. Temos, ainda, fantasias aleatórias e espalhadas entre os foliões para nos darem apoio”, explica Ivalda.

    Ao todo, 30 agentes são destacados para essas ações especiais nos dias de Carnaval, além de outros policiais fixos em tendas da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) para orientar foliões e encaminha-los às unidades policiais mais próximas. Duas viaturas policiais ficam disponíveis para esse transporte.

    As escolhas dos locais onde estes policiais fantasiados vão permanecer segue um trabalho de inteligência e mapeamento a partir de grandes eventos anteriores, como o do Ano-Novo, e do monitoramento em tempo real das câmeras e dos drones que filmam os blocos.

    “Acompanhamos as evoluções dos blocos com o maior número de foliões e onde as comunicações de furto e roubo de celular sobem”, afirma Ivalda, que destacou a efetividade dessa estratégia de disfarce dos policiais in loco.

    Para ela, as prisões de ladrões é o primeiro passo para desarticular esse tipo de crime, mas é importante o foco no levantamento de quem adquire produtos roubados. “Tentamos identificar, além das prisões em flagrante, os receptadores. Pessoas que compram diariamente celulares de furto e roubo na cidade”.

    Prisões e repercussão

    O sentimento de dever cumprido vem justamente no momento das prisões, afirma Ivalda. Em grande parte destas ações, a população comemora e elogia o trabalho policial.

    “Claro que gostamos, pois demonstra que temos o apoio e estamos no caminho correto. O mais importante é que nunca tivemos um caso de violência ou resistência por surpreendermos o ladrão, e ele perceber que há tanto os policiais fantasiados, como outros no apoio das capturas”.

    Entre os casos de destaque, a diretora do DHPP pontuou um em que participou diretamente na prisão de um casal de suspeitos. “No fim de semana pré-Carnaval, eu estava fantasiada como ‘Fantasminha’ e prendemos uma mulher que estava com cinco celulares. Assim que a levamos para a viatura, pois suspeitávamos da participação de parceiros, outros policiais detiveram um homem com mais aparelhos. Quando o levaram também à viatura, veio a surpresa: ele era marido da mulher presa por nós, e começou a rir por não acreditar que tinham sido capturados pelos ‘Caça-Fantasmas do DHPP’”, revela.

    Os policiais também adotam medidas de segurança para evitar qualquer tipo de eventualidade, como não causar transtorno aos foliões durante as prisões, tampouco riscos à segurança dos detidos sob suspeita de furto e roubo de celulares na cidade.

  • Integrante da Portela "voa" na Sapucaí e impressiona. Veja o vídeo

    Integrante da Portela "voa" na Sapucaí e impressiona. Veja o vídeo

    Reprodução/ Globoplay
    Integrante da Portela voa na Sapucaí

    A Portela impressionou quem assiste ao primeiro dia de desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro, na madrugada desta segunda-feira (16/2). Isso porque um dos integrantes da agremiação “voou” na frente do carro alegórico da escola.

    CARA, TEM ALGUÉM VOANDO NA COMISSÃO DE FRENTE DA PORTELA

    QUE ISSO, MANÉ???#CarnavalVDSpic.twitter.com/8D7j2ZNbQ6

    — Voz do Samba 🥁 🎙️ (@vozdosamba_) February 16, 2026

    A Portela traz o samba enredo “O mistério do príncipe do Bará – a oração do Negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande”.

    A agremiação é a terceira escola a desfilar no primeiro dia de apresentações do Grupo Especial. Antes dela, desfilaram Acadêmicos de Niterói e Imperatriz Leopoldinense.

    A agremiação decifra o Rio Grande do Sul a partir de Custódio Joaquim de Almeida, um príncipe da região do Benin que encontrou morada por lá. Sua chegada revolucionou a negritude local, impactou a consolidação do Batuque, religião afro-gaúcha, e serviu como inspiração para gerações do movimento negro.

  • Juíza cita falta de prova ao soltar policiais filmados pedindo propina

    Juíza cita falta de prova ao soltar policiais filmados pedindo propina

    Magistrada diz que vídeo não foi periciado e que promotores não apresentaram elementos para comprovar que pagamento de R$ 1 milhão ocorreu

  • Janja diz por que desistiu de desfilar em homenagem a Lula na Sapucaí

    Janja diz por que desistiu de desfilar em homenagem a Lula na Sapucaí

    Primeira-dama Janja explica motivo de desistir de desfile em homenagem ao presidente Lula na Marquês de Sapucaí

  • Policiais civis afastados vendiam “soluções” a colegas "em apuros"

    Policiais civis afastados vendiam “soluções” a colegas "em apuros"

    Arte/Metrópoles
    Arte gráfica com retrato de mulher a esquerda e homem a direita, como em fichas policais, em ambiente sujo e degradado - Metrópoles

    Investigadores afastados na esteira do caso Vinícius Gritzbach, assassinado em novembro em 2024, são suspeitos de prestar “serviços” a policiais que enfrentavam problemas internos e, ao mesmo tempo, de manter interlocução com integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

    As suspeitas recaem sobre Tania Aparecida Nastri e Carlos Huerta, afastados, quinta-feira (12/02), após a análise de mensagens extraídas pela Polícia Federal (PF), no âmbito da Operação Face Off, deflagrada em maio do ano passado. A defesa de ambos não foi localizada. O espaço segue aberto para manifestações.

    Gritzbach foi fuzilado logo após desembarcar de um voo, no Aeroporto Internacional de São Paulo, na região metropolitana, dias após delatar a relação de membros da Polícia Civil paulista com a maior facção criminosa do país.

    De acordo com a apuração da PF, obtida pelo Metrópoles,  Tania Nastri e Carlos Huerta teriam se tornado referência para agentes “em apuros”. Policiais que enfrentavam procedimentos administrativos ou dificuldades em investigações recorriam à dupla em busca de orientação ou interferência.

    A suspeita é de que utilizassem acesso a informações e influência institucional — real ou vendida como tal — para pressionar, consultar ou antecipar movimentações internas.

    Uma fonte que acompanha o caso afirmou à reportagem, em sigilo, existirem indícios de que a investigadora atuava como intermediária para “resolver problemas”, inclusive oferecendo soluções que poderiam ocorrer naturalmente, mas eram apresentadas como fruto de articulação pessoal. O papel atribuído a Carlos Huerta aparece como auxiliar, nessa dinâmica, com participação considerada relevante na estrutura.

    Mensagens citam Tania

    As suspeitas ganharam corpo após a PF analisar os celulares apreendidos dos policiais civis Valdenir de Paulo Almeida, o Xixo, e Valmir Pinheiro, o Bolsonaro, presos desde setembro de 2024. Ambos são acusados de receber propina para arquivar investigações sobre tráfico de drogas.

    Em uma das conversas, Xixo afirma que “já ligaram pra Tania”. O interlocutor responde: “Pior ela conhece eles tbm”, seguido do alerta: “Cuidado pra não tomar uma dedada, esses putos podem ir direto nela”. Xixo conclui: “Ela já sabe”. As mensagens seriam referentes a suposta possibilidade de recebimento de propina.

    O relatório policial registra que o teor das mensagens “leva a crer que Tania, possivelmente Tania Aparecida Nastri, investigadora de polícia que mantém contato de proximidade com Xixo”, teria conhecimento sobre membros do crime organizado supostamente envolvidos com os agentes.

    Foto de membro do PCC assassinado

    Em 4 de maio de 2023, segundo interceptação da PF, Xixo encaminhou a foto do corpo de Rafael Maeda Pires, o Japa, integrante da liderança do PCC, morto horas antes de prestar depoimento. A imagem foi enviada para quatro pessoas, entre elas uma cujo contato estava salvo como Tania.

    O relatório também ressalta o vínculo dela com Fábio Baena, delegado cujo contato também teria recebido a foto de Japa morto. Ele e o chefe de investigações Eduardo Monteiro foram presos suspeitos de envolvimento com o PCC e a morte de Gritzbach.

    Em outro trecho, o documento da PF menciona que Tania e Baena teriam ido a uma mesma localização, reforçando o vínculo dela com outros investigados no caso envolvendo a morte do delator do PCC.

    Afastamento e suspeita de favorecimento ao crime

    Ao se deparar com a troca de mensagens levantadas por meio da Operação Face Off, a PF compartilhou o material com o Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a Corregedoria da Polícia Civil, que aprofundou as diligências. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão e impostas medidas cautelares, como o afastamento de Tânia Nastri e Carlos Huerta das funções.

    Até esta segunda-feira (16/02), tornozeleiras eletrônicas seriam instaladas em ambos. Como revelado pelo Metrópoles,a medida é inédita na história da Polícia Civil paulista.

    Além da suspeita de prestar “serviços” a colegas em dificuldades, os dois passaram a ser investigados por possível favorecimento a integrantes do crime organizado. O relatório não aponta condenação nem descreve crime consumado, mas destaca a repetição do nome de Tania nas conversas e o recebimento de conteúdo sensível relacionado ao PCC.

    É esse conjunto de mensagens — obtidas a partir dos celulares de Xixo e Bolsonaro — que sustenta o afastamento dos investigadores e mantém a apuração em andamento.

  • Direita fala em “fórmula chilena” para minimizar fragmentação em 2026

    Direita fala em “fórmula chilena” para minimizar fragmentação em 2026

    Arte Metrópoles/ Lara Abreu
    Arte colorida, candidatos da direita brasileira- Metrópoles

    Em ano de eleição no país, a direita brasileira se fragmenta entre bolsonaristas e moderados para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. Sob o cenário de um eventual 2º turno, figuras políticas alinhadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) falam sobre uma união no espectro político baseada no modelo eleitoral do Chile para cercar o concorrente petista.

    Diferentemente da esquerda, que conta com uma candidatura única com mais destaque até o momento, a direita é um tabuleiro com múltiplas peças, o que relembra a eleição do Chile no ano passado: Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) [ala bolsonarista], Ronaldo Caiado (PSD), Ratinho Jr. (PSD), Eduardo Leite (PSD) e Renan Santos (Missão) [ala moderada].


    O que aconteceu nas eleições de 2025 no Chile?


    A comparação ganhou notoriedade após o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Papudinha. Segundo Tarcísio, Bolsonaro não vê problema em novas candidaturas da direita e sim as enxerga como uma “grande força” em prol da união no 2º turno.

    Especialistas ouvidos pelo Metrópoles alertam para dois cenários distintos quando o xadrez político do Brasil é comparado com o do Chile: a fragmentação da direita é estratégica e o 1º turno serve para o eleitor escolher o melhor gestor para o embate com Lula; a polarização no Brasil, dividido entre Lula e o herdeiro do bolsonarismo, esmaga candidatos de terceira via, tendo uma relevância inexpressiva no apoio.

     

    Adjacência ideológica na direita

    Para Antônio Lavareda, doutor em ciência política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), o eleitor de direita tende a votar em candidatos adjacentes às suas noções ideológicas. Ou seja, o 1º turno funcionaria como uma espécie de eleição “primária embutida” (votação que acontece antes da oficial) que funciona como uma “seletiva” da direita.

    “Por conta do critério de voto e adjacência ideológica, a divisão faz a força. O que vamos ter na direita esse ano é uma coisa parecida com as eleições municipais em 2024, uma espécie de primária, como nos EUA. O campo da direita definirá qual é o candidato do 2º turno e, pela adjacência, a maioria significativa tende a se inclinar para o escolhido contra Lula”, disse.

    A escolha do ex-presidente da República, ao nomear Flávio como seu sucessor e descartar Tarcísio, ocasionou divergências entre os eleitores conservadores que ficaram receosos quanto ao preterido para herdar o bolsonarismo. No entanto, mesmo com uma rejeição parcial, Lavareda aponta que Flávio receberia uma transferência de votos da maior parte dos direitistas.

    A polarização como barreira para o modelo chileno

    O mestre em ciência política pela Universidade de Brasília (UnB) Lucio Rennó explica que a polarização atropela candidatos de terceira via que não herdam o nome do bolsonarismo.

    Segundo ele, este fator inviabiliza a “aplicação do modelo chileno” em razão do Brasil ter mais divisão política do que no Chile, onde, na nação sul-americana, os votos foram mais distribuídos, enquanto no nosso país, a hegemonia do petismo e do bolsonarismo se mantém.

    “Não haverá múltiplas candidaturas relevantes – o bolsonarismo domina a direita e isso não mudará até outubro. A terceira via terá o mesmo desempenho medíocre que teve em 2022. Haverá um segundo turno entre Lula, que é hegemônico na esquerda, e uma candidatura bolsonarista na direita, tudo indica, encabeçada por Flávio Bolsonaro”, pontuou Rennó.

    O especialista político também não descarta eventual desistência das pré-candidaturas do PSD, ao afirmar que o mais provável é que Ratinho Jr e Eduardo Leite se candidatem ao Senado, deixando um 2º turno entre Lula e Flávio ainda mais previsível. Ele mencionou que Caiado pode insistir na disputa, no entanto, devido à polarização, a chance de exercer influência sobre o eleitorado é mínima.

  • Veja quando serão visíveis os próximos eclipses e chuvas de meteoros

    Veja quando serão visíveis os próximos eclipses e chuvas de meteoros

    Sorin Furcoi/Getty Images
    Imagem colorida mostra um eclipse solar anular - Metrópoles

    O ano de 2026 promete ser um período marcado por muitos fenômenos astronômicos. No Brasil, o calendário reserva acontecimentos visíveis em grande parte do país, muitos deles observáveis a olho nu.

    Entre os fenômenos listados estão eclipses lunares, chuvas de meteoros e aproximações planetárias.

    De acordo com o astrônomo e professor Marcos Calil, o primeiro grande evento acontece no próximo dia 3 de março. O evento em questão é um Eclipse Lunar Total.

    “Apesar de ele ser marcado como Eclipse Lunar Total, no Brasil ele não será visto como total. Aqui ele será visto como penumbral. Quando a Lua entra na penumbra ela fica mais fraca em questão de brilho. Aquele brilho prateado forte não vai acontecer (…) No Brasil inteiro a Lua vai estar muito perto do horizonte quando o Eclipse começar. Vai ser um por de Lua muito bonito. É um Eclipse muito ‘fraquinho’”, diz Calil.

    Ainda em março, no dia 20, ocorre o Equinócio de Outono, marcando o início oficial da estação no hemisfério sul, com dias e noites de duração semelhante.

    Em 28 de agosto, ocorrerá um Eclipse Lunar Parcial visível em todo o território nacional.  De acordo com as informações do Urânia Planetário, este eclipse será muito próximo de se tornar total, garantindo um belo espetáculo visual.

    “Observar o céu ajuda a compreender melhor os movimentos do Universo e desperta curiosidade em pessoas de todas as idades”, destaca o astrônomo.

    Sobre os planetas, o período entre abril e junho será marcado por diversas aproximações aparentes. No entanto, no dia 4 de outubro Saturno entrará em oposição. Isso significa que o planeta dos anéis ficará mais brilhante e visível durante toda a noite.


    Final de ano


    “Para fechar com chave de ouro, na véspera de Natal, Super Lua na fase cheia. Naquela noite teremos uma lua linda”, diz o professor.

  • Virginia Fonseca samba com a Grande Rio em noite de folga na Sapucaí

    Virginia Fonseca samba com a Grande Rio em noite de folga na Sapucaí

    Ideal Comunica / Divulgação
    Virginia Fonseca

    Virginia Fonseca apareceu de surpresa no Camarote Arpoador na madrugada desta segunda-feira (16/2) para curtir o Carnaval da Sapucaí, no Rio de Janeiro. A influenciadora aproveitou que a bateria da Grande Rio iria se apresentar no espaço e também caiu no samba no palco do espaço VIP.

    O clima era de roda de samba entre amigos. Microfone compartilhado, risadas soltas, gente encostada no palco como quem está na sala de casa, mas com vista para a avenida mais disputada do país.

    De repente, ritmistas da Grande Rio puxaram o coro já conhecido de “Alô Virginia”, e ela já subiu para o palco, surpreendendo todo o camarote.

    No entanto, o dia mais que especial para Virginia Fosneca na Sapucaí ainda vai chegar. A sua estreia como rainha de bateria da escola de Duque de Caxias só acontece na próxima terça-feira (17/2).