
O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou, nesta quarta-feira (7/1), uma nota informando que determinou ao Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) a instauração de sindicância para apuração da condução do caso em que o ex-presidente Jair Bolsonaro caiu e bateu a cabeça, na Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena.
“O recebimento formal de denúncias protocoladas no CFM expressam inquietação quanto á garantia de assistência médica adequada ao paciente.”, diz a nota.
Inicialmente, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, negou a ida de Bolsonaro ao hospital, na terça-feira (6/1). Porém, nesta quarta, Moraes autorizou que Bolsonaro fosse levado ao hospital.
Ver esta publicação no Instagram
Uma publicação partilhada por Conselho Federal de Medicina (@medicina_cfm)
O CFM afirma que as crises de soluço do ex-presidente “demandam um protocolo de monitoramento contínuo e imediato, devendo ser assegurado ao paciente uma assistência médica com múltiplas especialidades”.
A entidade ainda afirma que a autonomia do médico assistente de Bolsonaro deve ser soberana na determinação de atendimento médico, “não podendo sofre qualquer influência, por possuir presunção de verdade”.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

Deixe um comentário