
Os benefícios do abacate vão além do seu sabor único e extremamente versátil, afinal, ele pode até mesmo ajudar a prevenir doenças graves. Mas, além de ser um ingrediente delicioso – para receitas doces, salgadas ou drinks – ele anda oferece diversas vantagens para o bem-estar do organismo.
10 benefícios do abacate
Dessa forma, confira um pouco mais sobre os benefícios do abacate, com a ajuda da nutricionista Adriana Stavro, para incluir essa fruta deliciosa em seu cardápio:
1- Diminui hipertensão
Uma revisão sistemática e meta-análises sobre o efeito do aumento da ingestão de potássio na prevenção de doenças cardiovasculares mostrou que o aumento da ingestão de potássio reduziu a pressão arterial sistólica em 3,49 e a diastólica em 1,96.
A pesquisa incluiu 22 ensaios clínicos randomizados com 1.606 participantes com hipertensão e lipídios altos no sangue, e 11 estudos de coorte com 127.038 participantes relatando doença cardiovascular, acidente vascular cerebral (AVC) ou doença cardíaca.
2- Abacate diminui colesterol total e LDL e aumenta HDL
O fruto do momento é uma excelente fonte de ácidos graxos monoinsaturados em dietas destinadas ao tratamento da hipercolesterolemia. O abacate é rico em esteróis vegetais, que demonstraram diminuir o colesterol ao bloquear sua absorção na corrente sanguínea.
Também é rico em vitaminas e minerais, incluindo vitamina E, C, magnésio, folato e zinco. O consumo da fruta mostrou redução dos níveis de colesterol total, triglicerídeos, colesteróis LDL e aumento do colesterol HDL (bom).
3- Extrato da fruta pode aliviar os sintomas da osteoartrite
A osteoartrite é uma doença crônica comum, dolorosa e debilitante, que atinge milhares de indivíduos. Estudos sugerem que o consumo de 300 mg de insaponificáveis de abacate pode reduzir a osteoartrite de quadril e joelho.
4- Reduz risco de doença cardíaca
Uma meta-análise com 50 estudos sobre o efeito da dieta mediterrânea na síndrome metabólica mostrou que, uma dieta rica em gordura monoinsaturada era eficaz na prevenção da síndrome metabólica.
Outro estudo sobre dieta mediterrânea, incidência e mortalidade por doença cardíaca e derrame acompanhou por 20 anos e seguiu mais de 74 mil mulheres com idades entre 38 e 63 anos. Os autores relataram que as mulheres que aderiram a uma dieta no estilo mediterrâneo tinham menor risco de derrame.
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Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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