“Imploro para que meu filho seja beneficiado pelo monitoramento eletrônico, para viver seus últimos dias no convívio da família e morrer em casa. Ele já foi desenganado pelos médicos e dar-lhe essa chance seria, no mínimo, um ato humanitário.” O desabafo é da agricultora Ruth Gomes da Silva, moradora da zona rural de Brasiléia, que […]
Fonte: Conteúdo republicado de ac24horas

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