Prefeitura de São Paulo libera consulta aos valores do IPTU 2026

Divulgação/Diogo Moreira/MáquinaCW/Governo de São Paulo
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Podem ser consultados a partir desta quinta-feira (15/1) os valores do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) de São Paulo. Para todos os imóveis, o vencimento da primeira parcela ou o prazo para o pagamento à vista do imposto ocorre no mês de fevereiro.

A busca pelos valores a serem pagos pode ser feita no site da Secretaria Municipal da Fazenda (clique aqui).

Os contribuintes vão receber inicialmente a notificação de lançamento do imposto com a opção de pagamento à vista ou da primeira parcela. Uma novidade é que em 2026, pela primeira vez, não haverá o envio de uma segunda correspondência com as demais parcelas do IPTU aos contribuintes que não efetuarem o pagamento à vista.

Quem optar pelo pagamento do IPTU à vista terá um desconto de 3% no tributo. Quem optar pelo parcelamento deverá emitir as demais parcelas pela internet, em iptu.prefeitura.sp.gov.br.


Como pagar o IPTU de São Paulo


Reajuste no IPTU

No final do ano passado, os vereadores de São Paulo aprovaram o reajuste do IPTUválido para a partir de 2026. O texto do projeto de lei atualiza a Planta Genérica de Valores (PGV) da cidade, alterando o valor do imposto cobrado em imóveis residenciais e comerciais de São Paulo.

O Metrópoles mostrou que algumas regiões da cidade terão aumento de até 90%. Leia aqui.

Os reajustes, no entanto, serão limitados a 10% por ano, tanto para residências quanto para imóveis comerciais. Com isso, a mudança no preço do IPTU ocorre de forma gradual, ano a ano, até alcançar o valor total do reajuste proposto.

O projeto aprovado também ampliou as faixas de isenção do IPTU para imóveis de até R$ 150 mil. Atualmente, esse benefício tem o limite de R$ 120 mil. Os contribuintes que possuírem apenas um imóvel residencial com valor de até R$ 260 mil também estarão isentos.

O PL também indica uma redução no valor do imposto para imóveis com valor entre R$ 260 mil e R$ 390 mil e garantia de isenção para unidades residenciais populares até 2030.

 

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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