
Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de estímulos e pela cobrança constante por desempenho, o sexo também entrou no modo automático. É nesse cenário que o slow sex, ou “sexo lento” surge como uma proposta de reconexão: menos foco em resultado, mais atenção à presença, ao corpo e à troca entre as pessoas.
A prática do slow sex
O conceito de slow sex não tem a ver com a duração do ato, mas sim com a qualidade de presença. A especialista em relações contemporânea Sanny Rodrigues explica que a prática é sobre estar presente, sentir o toque e compartilhar experiências de intimidade sem pressa. “Desacelerar tira o foco do resultado e devolve o prazer ao processo”, afirma.
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Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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