
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não decidiu se aceitará o convite para integrar o Conselho da Paz, idealizado pelo chefe da Casa Branca, Donald Trump, para coordenar os esforços de transição política, segurança e reconstrução da Faixa de Gaza.
O assunto foi tema de uma reunião do petista com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, na manhã desta segunda-feira (19/1) no Palácio do Planalto. O convite foi encaminhado por Washington à Embaixada Brasileira nos EUA, na última sexta-feira (16/1).
O Metrópoles apurou que a equipe do chefe do Executivo tem estudado o documento minuciosamente, e que não há prazo estabelecido para o envio da resposta.
Entre os pontos analisados, estão:
Conselho da Paz
Além de Lula, foram convidados outros chefes de Estado, como o argentino Javier Milei, o turco Recep Tayyip Erdogan, o egípcio Abdel Fattah al-Sisi e o primeiro-ministro canadense Mark Carney.
Em publicação no X, Javier Milei confirmou presença. O mandatário argentino celebrou a inclusão da Argentina como “membro fundador” do grupo.
A instalação do conselho compõe a segunda fase do plano de 20 pontos de Trump para encerrar o conflito na Faixa de Gaza, que deve focar na desmilitarização e reconstrução do território.
O Conselho ainda terá como membros-fundadores o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e o ex-premiê britânico, Tony Blair. Também foram oficializados como integrantes o enviado de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o genro do presidente, Jared Kushner.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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