
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pretende gastar R$ 2,193 milhões em caixas de papelão para o transporte das urnas eletrônicas que serão usadas nas eleições nacionais deste ano.
A licitação foi aberta pela Corte na terça-feira (20/1). O certame, segundo documentos obtidos pela coluna, prevê a compra de 12.850 caixas, cada uma com valor unitário de R$ 170,73.
Segundo o tribunal, a compra é necessária porque é preciso repor as embalagens de alguns modelos de urna, sob o risco de dano aos equipamentos por causa de manuseio inadequado.
“Apesar de as embalagens serem feitas de papelão, são consideradas itens duráveis. Todavia, diante do reiterado uso das urnas e de sua movimentação, as embalagens são passíveis de avarias, visto que são fabricadas em papelão ondulado e, com o uso, vão se deformando ou rasgando, a ponto de impossibilitar sua reutilização”, argumenta a Corte.
Sobre o preço, o TSE diz que a fabricação das caixas para acomodar as urnas “não é trivial” e que elas têm de passar por “testes específicos” para averiguar sua “durabilidade, resistência ao manuseio e capacidade de proteção”.
“Por outro lado, sua fabricação não é trivial, exigindo-se qualidade garantida por entidade competente, o que demanda testes específicos para verificação de sua durabilidade, resistência ao manuseio e capacidade de proteção das urnas eletrônicas”, diz o memorando do tribunal sobre a compra.
Segundo o TSE, o estado que mais precisará repor as caixas é o Rio de Janeiro, para onde serão destinadas 3,2 mil unidades. Na sequência, aparece o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, com 1,1 mil caixas.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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