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De acordo com a investigação, Fernanda teria descoberto que o marido era usuário de cocaína e a traía com travestis. Com medo da partilha de bens em caso de ela pedir divórcio, Nahas teria decidido matá-la.
Na época, o empresário alegou que ouviu um disparo vindo do closet do quarto do casal e que, ao chegar ao local, encontrou a mulher agonizando. Ele contou que Fernanda tinha depressão e cometeu suicídio. A perícia, no entanto, apontou para homicídio doloso, com intenção de matar.
O Tribunal do Júri sobre o caso aconteceu apenas em 2018, 16 anos após o crime. Ele foi considerado culpado pela acusação de homicídio simples, sendo condenado a sete anos de prisão em regime inicial semiaberto.
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) recorreu, e a pena foi redimensionada para 8 anos e 2 meses de prisão em regime inicial fechado em segunda instância. A dosimetria foi mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo STF.
O Metrópoles não localizou a defesa de Nahas até a publicação desta reportagem. O espaço está aberto.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis
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