
Em publicação na rede social X nessa quinta-feira (22/1), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) reiterou sua candidatura à reeleição em São Paulo.
“Sou candidato à reeleição do governo do estado de São Paulo e irei trabalhar sempre por uma direita unida e forte para tirar a esquerda do poder. Qualquer informação diferente desta não passa de especulação. Irei visitar o presidente Bolsonaro, a quem sou e serei grato e leal, na próxima quinta-feira para prestar o meu total apoio e solidariedade”, afirmou.
Cobrado por bolsonaristas, Tarcísio não citou o nome do senador Flávio Bolsonaro, anunciado como pré-candidato à Presidência da República pelo pai.
Após cancelar a primeira visita que faria ao ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão, na semana passada, Tarcísio confirmou que seu encontro com o padrinho político será na próxima quinta-feira, dia 29 de janeiro.
Tarcísio recebeu autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para visitar Bolsonaro no último dia 20/1.
Além de Tarcísio, Moraes autorizou a visita de Diego Torres, irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e ex-assessor do governador de São Paulo, para o dia 28 de janeiro. O pecuarista Bruno Scheid (PL), pré-candidato ao Senado em Rondônia, também foi autorizado a visitar Bolsonaro em 29 de janeiro.
Tarcísio e os outros dois serão os primeiros — fora do núcleo familiar — a visitar o ex-presidente após a transferência da Superintendência da Polícia Federal (PF) para a Papudinha, ocorrida em 15 de janeiro.
A última vez em que Bolsonaro e Tarcísio se encontraram foi em setembro do ano passado. O Supremo havia autorizado outra visita do governador em dezembro, mas foi cancelada devido à prisão preventiva do ex-presidente.
A defesa de Bolsonaro chegou a pedir ao STF a transferência para prisão domiciliar, mas o recurso foi negado pelo ministro Gilmar Mendes.
A visita de Tarcísio ocorre após o governador ter defendido publicamente a transferência de Bolsonaro para casa, sob o argumento de que o ex-presidente sofre com os problemas de saúde. Aliados também apontam articulação do mandatário paulista nos bastidores junto a ministros do STF.
Polêmica do “novo CEO”
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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