
Preso por envolvimento na morte da corretora Daiane Alves Souza, o filho do síndico do condomínio onde ela morava chamou atenção nas redes sociais ao publicar um “TBT” no mesmo dia em que a vítima foi assassinada pelo seu pai, segundo a investigação da Polícia Civil de Goiás.
Após a prisão, o conteúdo de Maykon Douglas de Oliveira (foto em destaque) passou a circular em grupos e páginas nas redes sociais, provocando revolta. O pai dele, Cléber Rosa de Oliveira, confessou que matou a vítima e foi preso.
Nos comentários, internautas reagiram com indignação. “No mesmo dia em que a mulher foi morta, o cara posta foto como se não tivesse feito nada”, escreveu um usuário.
Antes de ser preso, Maykon Douglas mantinha perfis ativos nas redes sociais, onde divulgava momentos de lazer, viagens e até anúncios de imóveis em Caldas Novas.
Segundo a Polícia Civil, Maykon foi preso por obstrução das investigações.
A apuração aponta que ele teria comprado um celular novo no dia do crime, com o objetivo de substituir o aparelho usado pelo pai, tentativa interpretada pelos investigadores como ação para ocultar provas.
Entenda a cronologia do desaparecimento
Confissão e localização da ossada
Após ser confrontado com o conjunto de provas, o síndico Cléber Rosa de Oliveira confessou o crime e levou os policiais até uma área de mata a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas, onde indicou uma vala por onde escoava água.
No local, os agentes encontraram o corpo de Daiane em estágio avançado de decomposição.
Cléber afirmou que matou a corretora após uma discussão no subsolo do prédio e disse ter agido sozinho. A versão, no entanto, contradiz o primeiro depoimento, no qual ele negava ter saído do condomínio naquela noite.
Investigação segue sobre o papel do filho
Apesar de o síndico afirmar que o filho “não tem nada a ver com o crime”, a Polícia Civil mantém Maykon preso e investiga se a atuação dele se limitou à ocultação de provas ou se houve participação mais ampla.
O porteiro do condomínio também foi conduzido coercitivamente após divergências em depoimentos.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

Deixe um comentário