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A carta foi escrita após a Justiça autorizar a transferência de Nahas para São Paulo na última segunda-feira (26/1).
“Minha transferência só ocorrerá por vingança. Não deixem eu ser transferido. também tenho direito a detração de pena e início do cumprimento em regime semiaberto. Mas, até agora, sigo aguardando por Justiça, já que em breve farei muitas revelações sobre este caso, pois estive calado por mais de 20 anos e por isso temo por minha vida”, afirmou o empresário no texto enviado ao Metrópoles pela advogada, Adriana Machado e Abreu.
Nahas foi preso pela Polícia Militar da Bahia, após ser reconhecido pelo sistema de monitoramento de câmeras da Praia do Forte, no litoral baiano.
Com ele foram apreendidos 13 pinos de cocaína, três celulares e um veículo Audi. O caso foi registrado na Delegacia Territorial Local e ele foi encaminhado à Polinter.
Nahas tinha a prisão determinada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). A defesa já havia recorrido a todas as instâncias, após ser condenado pelo Tribunal do Júri, em 2018, mas teve uma solicitação negada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), encerrando o caso. Ele foi condenado a 8 anos e 2 meses de prisão em regime inicial fechado.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis
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