Turistas fazem sexo a três em tuk-tuk; entenda o fetiche "dogging"

Reprodução/Redes Sociais
tuktuk tailandia

Um momento chocou visitantes e moradores da Tailândia nessa quinta-feira (29/1). Vazou na web um vídeo em que turistas fazem sexo a três na traseira de um tuk-tuk. Os passageiros, dois homens e uma mulher, causaram indignação nas redes sociais ao praticarem o ato sexual em público enquanto o veículo estava parado no trânsito na ilha turística de Phuket.

As imagens mostram uma mulher com os seios à mostra por baixo do vestido preto curto, e debruçada sobre o colo de dois homens que seguravam copos com bebida.

Enquanto as luzes intermitentes iluminavam o interior do tuk-tuk, um dos homens tirou a roupa e foi visto praticando os atos sexuais.  Somchai Sirirat, um motociclista que presenciou a cena, disse a um jornal local: “Gravei este vídeo enquanto esperava atrás. Mesmo com a cortina de plástico, vi tudo.”

“Não consegui fugir porque estávamos presos no trânsito. Gravei o vídeo como prova. O incidente ocorreu em Patong Hill. Eu poderia ter gritado para eles pararem, mas fiquei com medo de causar um escândalo e me colocar em perigo. A primeira coisa que fiz foi ir para casa e denunciar o ocorrido à polícia”, acrescentou.

Os policiais disseram que estavam analisando as imagens para localizar o motorista, e descobrir para onde os turistas foram levados.

Caso sejam detidos, os passageiros podem ser acusados ​​de atentado ao pudor, crime que, na Tailândia, acarreta multa máxima de 5.000 baht, cerca de R$ 833.

 

Por que as pessoas tem fetiche em fazer sexo em público?

O prazer em fazer sexo em público é reconhecido como fetiche e nomeado de “dogging.

De acordo com a psicóloga e sexóloga Laís Melquíades, em entrevista anterior ao Metrópoles, a “adrenalina” de transar e poder ser pego é o que move algumas pessoas.

“O risco de ser pego libera uma avalanche de dopamina e faz tudo parecer mais intenso. É como um jogo proibido que desperta a rebeldia interna: desafiar normas sociais pode ser tão excitante quanto a própria situação”, afirmou a especialista em sexualidade.

A prática, segundo a expert, tem relação com o universo voyeur, mesmo que ninguém realmente esteja vendo.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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