
A participação de Sabrina Carpenter no Grammy 2026 gerou críticas de defensores dos direitos animais após a cantora levar uma ave viva ao palco. Ao apresentar música Manchild, Sabrina segurou uma pomba branca como parte da performance. A ação levou a PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) a acusar a cantora de crueldade e estupidez.
Vem entender!

Performance é alvo de críticas
A presença de Sabrina Carpenter no Grammy 2026 foi uma das mais comentadas da edição. Indicada a seis categorias, a artista se apresentou com o principal single do álbum Man’s Best Friend.

A performance de Manchild foi ambientada em um cenário de aeroporto, no qual a artista assumia o papel de capitã do voo. Em um dos momentos da encenação, Sabrina percorre o palco segurando uma pomba branca. A ação levou a PETA, maior organização de direitos animais do mundo, a acusar a cantora de crueldade e estupidez.


“Ei, Sabrina, levar uma ave viva ao palco do Grammy é estúpido, desnecessário e cruel”, declarou o grupo de defesa ao animais nas redes sociais. A organização acrescentou ainda que luzes fortes e barulhos altos causam medo e estresse aos pássaros.
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Nos comentários da publicação, internautas questionaram o propósito da ação: “Eu vi a pomba e me perguntei: por quê?”, relatou usuária. “Tratar um animal vivo como um assessório é falta de tato”, criticou outra. Em um vídeo divulgado pelo Grammy Awards, Sabrina é vista nos bastidores afirmando que o pássaro havia defecado em sua mão e comemorando o sucesso da performance com sua equipe.

Capa polêmica
As críticas a Sabrina Carpenter se intensificaram desde que a cantora se consolidou como um dos principais nomes da música pop, após Espresso se tornar um sucesso global. Desde então, os projetos da artista vem sendo analisados minuciosamente pelo público devido à sua personalidade criativa e audaciosa.

A capa do álbum Man’s Best Friend, ao qual a canção Manchild pertence, foi criticada por mostrar Sabrina ajoelhada aos pés de um homem que a segura pelo cabelo. Na web, o teor sexual da capa rendeu até mesmo comparações com o filme Lolita, de Stanley Kubrick.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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