
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que está licenciado do cargo por motivo de férias, fez, nesta sexta-feira (6/2), uma mobilização à militância do Partido dos Trabalhadores (PT) para a campanha à reeleição do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O ministro conclamou a militância petista a se engajar na campanha à reeleição de Lula neste ano. O ministro afirmou que os números da economia, pontuados por ele como bons, não são suficientes para vencer o pleito.
“Economia é condição necessária, mas, no mundo de hoje, ela não é suficiente para ganhar uma eleição”, frisou o ministro lulista.
Haddad fez uma fala de defesa dos feitos governo de Lula e da pasta dele. O ministro citou a inclusão de programas sociais no orçamento, as omissões do governo anterior na previsão de gastos anual, apontadas por ele como armadilhas e desenvolveu argumentos colocando os assuntos como resolvidos ou avançados na gestão dele à frente da economia do país.
Mesmo listando a série de medidas econômicas, Haddad disse que o PT não deve se colocar em uma posição de conforto.
“Tudo que nós não devemos fazer é nos contentar com esses resultados e imaginar que a política, naturalmente vai resolver a questão (…) Vamos precisar trabalhar muito, de novo, como foi em 2022, para ajudar o presidente Lula este ano e fazer a verdade como ele tem dito. Nós temos de mostrar o que fizemos, mas isso não vai ser uma tarefa política simples“, acrescentou.
Futuro político
Haddad está de saída do ministério da Fazenda e afirmou que deve entregar o cargo até o fim do mês. Ele pretende atuar na campanha de Lula à reeleições. Lula, por outro lado, tem outros planos para Haddad.
Há conversas com o presidente e pressão dentro do PT para que o auxiliar lulista se lance a candidato a governador pelo estado de São Paulo e enfrente o atual chefe do Executivo Estadual, Tarcísio de Freitas (Republicanos-PB), que deve tentar a reeleição.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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