
Ora, direis: Lula enlouqueceu, deve ser removido do cargo que ocupa mediante um processo urgente de impeachment.
Afinal, ele usa todos os meios de que dispõe para mudar as leis que regulam as eleições e favorecer o PT e a si mesmo.
Recusa-se a admitir que Bolsonaro se elegeu presidente legitimamente em 2018, derrotando Fernando Haddad.
Ameaça seus adversários, atropela a Justiça, autoriza a polícia a prender refugiados venezuelanos e a devolvê-los ao seu país.
Repete que em breve anexará ao Brasil partes ou todo o território de países remotos ou vizinhos, ricos em minerais e em terras raras.
Às claras, faz negócios internos e externos, investe em criptomoedas, com o objetivo de aumentar a sua fortuna.
Condiciona a ajuda a governadores e prefeitos à troca de nomes de prédios públicos. Quer que eles os rebatize com o seu nome.
Está reformando o Palácio da Alvorada, um bem tombado, onde mora. E pretende construir em Brasília um Arco do Triunfo.
Se lhe falam que não poderá mais se reeleger presidente a partir de 2030, não se compromete em respeitar a lei que diz isso.
Para completar, não se envergonha em mentir, mentir à farta diariamente, e depois negar que mentiu quando desmascarado.
Lula vive numa realidade paralela que julga muito mais democrática, porque a atual o impede de governar a seu gosto.
Na paralela, o que importa é o princípio “Torne o Brasil grande novo”. O resto do mundo que se dane ou que se conforme.
A essa altura, Lula ainda governaria o Brasil como Trump governa os Estados Unidos, país tido como o berço da democracia?
Se o presidente fosse Bolsonaro, o esforçado copista de Trump e golpista como ele, em que pé estaria o Brasil a essa altura?
Lembre-se disso quando for votar em outubro.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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