
A mãe de Rodrigo Castanheira, adolescente que morreu dias após ser agredido pelo ex-piloto de Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, usou as redes sociais para manifestar seu luto.
Na publicação, Rejane Fleury pediu Justiça pela morte de Rodrigo e relembrou momentos importantes que passou com o adolescente.
“Rodrigo me disse no fim do ano passado que queria ser bombeiro, e eu o chamei para nadar comigo para treinar para o teste de aptidão física! Isso não vai acontecer, assim como ele não vai ser formar nem se casar e me dar um neto”, desabafou a mãe.
“Eu entreguei meu filho para Deus e disse: ‘Faça a Sua vontade’. Eu chorei e o entreguei de verdade na sexta-feira à noite, sozinha, no chuveiro, aos prantos, e ele se foi no sábado”, contou.
Ao fim da mensagem, ela agradeceu aos militares do Corpo de Bombeiros (CBMDF) pelo cortejo feito. “Obrigada aos bombeiros que prestaram essa última homenagem e honraram meu filho”, acrescentou.
Em outra publicação, a mãe destaca que a ida de Rodrigo “não foi em vão”. “Minha luta agora será pela redução da maioridade penal para 16 anos”, destacou.
Entenda o caso:
Velório de Rodrigo
Com aplausos, cantos de louvor e pedidos por justiça, o corpo do jovem Rodrigo Castanheira, de 16 anos, foi enterrado sob forte comoção no Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul (DF) na tarde desse domingo (8/2). Cerca de 300 pessoas estiveram na cerimônia para prestar as últimas homenagens ao adolescente.
Após o corpo ser enterrado, todos os presentes aplaudiram e balões subiram. Como forma de homenagear a paixão de Rodrigo pelo futebol, a família e os amigos assinaram uma bola.
O corpo de Rodrigo foi levado em cortejo por um caminhão do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) do velório realizado na Igreja Batista Capital, no Setor de Clubes Sul, até o Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul (DF), onde o corpo foi sepultado.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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