
A defesa de Alexandre Correase manifestou nesta quinta-feira (12/2) após declarações da ex-mulher, Ana Hickmann, sobre a segurança de sua antiga residência em Itu (SP).
Por meio de nota, os advogados reforçaram que Alexandre apenas exerce direito legal de fiscalizar a integridade do imóvel, que está em processo de leilão, e negaram que tenha ordenado qualquer ação de vigilância ou monitoramento.
O que aconteceu
Nos últimos dias, Alexandre Correa publicou em suas redes sociais imagens de um veículo estacionado na antiga residência, questionando se objetos estariam sendo subtraídos. Ele também divulgou um vídeo afirmando que moradores do condomínio repassariam informações sobre a casa.
Em resposta, Ana Hickmann disse sentir-se insegura, mesmo com medida protetiva, e explicou que apenas funcionários e prestadores de serviço frequentam a residência, responsáveis pela manutenção do imóvel.
“Mesmo com a medida protetiva, não me sinto segura em saber que há pessoas observando minha casa e repassando informações para o meu agressor. Isso me assusta e me causa muito medo, não só por mim, mas também pelas pessoas que trabalham comigo e estão sendo expostas”, disse.
A apresentadora acrescentou que tomará as medidas civis e criminais cabíveis diante das alegações feitas por Alexandre, incluindo o uso não autorizado de registros do imóvel.
Presunção de inocência
Na nota, a defesa de Alexandre Correa ressaltou que o uso do termo “agressor” é inconstitucional enquanto não houver condenação definitiva, destacando a presunção de inocência prevista na Constituição.
Segundo os advogados, alegações anteriores de descumprimento de medidas protetivas já foram refutadas pelo Judiciário, evidenciando que Alexandre busca apenas a gestão patrimonial legítima.
Os advogados reforçaram ainda que as alegações de vigilância se baseiam em percepções subjetivas, lembrando que Ana Hickmann não reside mais no imóvel há mais de um ano e que não há evidências de qualquer ação ordenada por Alexandre.
Leia a nota na íntegra
“NOTA À IMPRENSA. Esclarecimentos da Defesa de Alexandre Correa Diante das recentes declarações da Sra. Ana Hickmann à midia, a defesa de Alexandre Correa vem a público restabelecer a realidade dos fatos:
A apresentadora, em veiculações midiáticas recentes, alegou sentir-se insegura e sob monitoramento constante, afirmando que Alexandre estaria utilizando terceiros para vigiar sua rotina e a residência em Itu (SP). Sugeriu, ainda, que o interesse dele pelo patrimônio configuraria uma forma de perseguição, rotulando-o publicamente de agressor.
Pois bem, insta esclarecer antes de mais nada que o imóvel mencionado é de copropriedade e está em processo de leilão. Alexandre possui o direito legal e o dever de fiscalizar a integridade do bem. Atuar para evitar a depreciação ou retirada de objetos de um patrimônio comum não é crime, mas sim o exercicio regular de um direito.
As alegações aleivosas de “vigilância” baseiam-se em percepções subjetivas, sobretudo porque a apresentadora lá não mais reside há mais de ano. Não há qualquer evidência de que Alexandre tenha ordenado ou coordenado terceiros para tal fim. Suposições não podem ser apresentadas como verdades.
Ademais, é juridicamente inconstitucional o uso do termo “agressor” enquanto não houver condenação criminal com transito em julgado, Alexandre não foi condenado definitivamente. A defesa reitera que a presunção de inocência é um pilar constitucional que deve ser respeitado pela mídia e pela parte contrária.
Convém rememorar que o expediente caviloso utilizado pela apresentadora não é inédito. Outras tentativas de alegar descumprimento de medidas protetivas já foram refutadas pelo Judiciário, evidenciando uma estratégia de criar obstáculos ao convivio e á gestão patrimonial legitima.
A defesa lamenta a exposição pública de inverdades e suposições maliciosas destiladas com o escuso propósito de macular a imagem de Alexandre e com o inescondível propósito de prejudicá-lo juridicamente São Paulo-SP, 12 de fevereiro de 2026.”
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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