
Aliados do presidente Lula no governo e petistas avaliam que a atuação “célere” do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, foi “fundamental” para que o ministro do STF Dias Toffoli deixasse a relatoria do caso Master.
Como o Metrópoles mostrou, Toffoli deixou o caso na noite da quinta-feira (12/2) após reunião com integrantes do STF. O ministro da Corte André Mendonça assumiu o processo.
Segundo auxiliares do chefe do Palácio do Planalto, a saída de Toffoli da condução da ação não era esperada para essa semana. A expectativa era de que ele abrisse mão da relatoria após o feriado de Carnaval.
Para aliados do petista, Andrei apresentou fundamentos consistentes no pedido para que o ministro deixasse a relatoria. A avaliação é de que ele sai da crise como “craque do jogo”.
Outro consenso é de que o diretor-geral da PF também influenciou Lula, que passou a defender, junto a interlocutores, a saída de Toffoli do caso.
A PF apresentou, na quarta-feira (11/2), uma arguição de suspeição contra Toffoli no Supremo Tribunal Federal. O pedido foi acompanhado de material obtido a partir da extração de dados dos aparelhos eletrônicos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
De acordo com apuração do Metrópoles, conversas encontradas no celular de Vorcaro mencionavam o nome de Toffoli, então relator do caso na Corte.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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