Cadê Gracyanne Barbosa? União da Ilha entra na Sapucaí sem rainha

Lucas Pasin/Metrópoles
Gracyanne Barbosa chega atrasada a desfile da União da Ilha

Penúltima escola a desfilar na Marquês de Sapucaí pela Série Ouro, na madrugada deste sábado (14/2), a União da Ilha do Governador entrou para a passarela do samba sem sua rainha de bateria, Gracyanne Barbosa. Este colunista do Metrópoles acompanhou o início do desfile que contou com apreensão da torcida e de integrantes da escola de samba, que se perguntavam: “Cadê Gracyanne?”.

O desfile da União da Ilha do Governador estava marcado para iniciar às 3h. Os sinais sonos avisando o início tocaram, e Gracyanne Barbosa não apareceu para acompanhar os ritmistas da escola. Eles passaram por todo o Setor 1 – local onde as rainhas de bateria cumprimentam o público e aquecem com os músicos – sem a musa fitness.

Este colunista vinha trocando mensagens com Gracyanne desde 0h30. Desde esse horário, a musa fitness era esperada em um camarote da Sapucaí. Ela não apareceu no espaço VIP.

Gracyanne Barbosa surgiu na Sapucaí, toda apressada, com a bateria já se posicionando para o primeiro recuo, no início da apresentação. Ela, que está se recuperando de uma lesão no joelho, passou correndo por toda a escola de samba para buscar seu lugar frente à bateria.

A madrugada deste sábado (14/2) marca o retorno de Gracyanne Barbosa ao posto de rainha de bateria da União da Ilha do Governador. A influenciadora fitness voltou à Sapucaí após alguns carnavais longe do cargo que ocupou entre 2018 e 2020.

Instantes antes de desfilar, Gracyanne falou sobre os desafios de voltar a desfilar no Carnaval:

“Voltar ao posto de rainha depois de tudo que vivi com o joelho é emoção pura. Não foi fácil. Teve dor, disciplina e muita superação”, disse.

Além da emoção, a influenciadora também falou sobre o significado simbólico de estar novamente na avenida. Segundo ela, cada etapa do processo até o desfile teve peso especial, especialmente após as limitações impostas pela lesão.

“Mas cada passo até a Sapucaí foi uma vitória. Hoje eu volto mais forte, mais consciente e ainda mais apaixonada pela bateria. Porque quando o coração bate no ritmo do Carnaval, nada me para”, afirmou.

 

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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