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De acordo com o governo paulista, os aparelhos estão em triagem para identificar os proprietários e providenciar a devolução às vítimas. As medidas fazem parte do programa SP Mobile, desenvolvido com base no sistema de recuperação de celulares do governo do Piauí – a tecnologia cruza dados de operadoras com boletins de ocorrências e já permitiu, em São Paulo, que quase 20 mil aparelhos fossem encontrados, dos quai 6,5 mil voltaram às mãos dos donos.
As estratégias usadas pelos agentes de segurança no Carnaval paulista chamam a atenção. Os agentes usaram fantasias para se infiltrar nos blocos sem alardear os criminosos e usaram drones para reconhecimento de crimes. Com o uso das táticas criativas, ao menos 33 pessoas foram presas por crimes como venda de bebida adulterada, estelionato e furto de celulares.
Um dos casos inusitados ocorreu neste sábado (14/2), quando policiais fantasiados de personagens do desenho Scooby-Doo prenderam três pessoas com oito celulares furtados na região da República, no centro de São Paulo. Na semana anterior, durante o pré-Carnaval, agentes vestidos de caça-fantasmas recuperaram 12 celulares em um megabloco na Consolação.
“A presença velada dos agentes não apenas aumenta a sensação de segurança para quem vai às ruas celebrar, como também dificulta a ação de quadrilhas especializadas que se aproveitam da aglomeração para praticar furtos em série”, diz o governo de São Paulo, em nota.
Até o momento, sábado (14/2) foi o dia em que mais celulares foram recuperados durante o Carnaval, com total de 32 aparelhos. Além dos oito celulares pegos pelos agentes fantasiados de Scooby-Doo, outros nove foram apreendidos com um grupo de quatro colombianos que atuavam no bairro do Paraíso. Nas imediações do Ibirapuera, quatro pessoas foram detidas pela Polícia Militar com nove celulares.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis
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