Homenagem a Lula no Carnaval: saiba bastidores dos famosos no desfile

Anderson Bordê/AgNews
Lula e Janja na Sapucaí

A Acadêmicos de Niterói abriu os desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, na noite de domingo (15/2), com um enredo dedicado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Paulo Vieira foi o escolhido para interpretar Lula na Avenida. Antes de o samba começar, ele conversou com este colunista do Metrópoles ainda na concentração e comentou a responsabilidade de viver o presidente.

“Muita responsabilidade ser convidado para fazer parte deste trabalho, mais do que quem a gente está homenageando. Receber este convite, desta comunidade, é um motivo de honra”, disse o ator.

Dira Paes entrou no sambódromo carioca como Dona Lindu, mãe de Lula, e também falou à coluna sobre a emoção do desfile. Já Juliana Baroni vestiu a fantasia de Marisa Letícia, mulher do presidente.

“Estou aqui como uma cidadã brasileira que vai homenagear as mães brasileiras que são o alicerce da sociedade. A gente sabe quantos Brasis, quantas famílias são sustentadas por mulheres. Vou homenagear essas mulheres”, disse Dira Paes.

Lula na pista

O próprio Lula acompanhou tudo de perto. O presidente chegou à Marquês de Sapucaí sob esquema de segurança, aguardou a entrada da escola e, em determinado momento da noite, deixou o camarote da Prefeitura do Rio para descer até a pista e assistir à passagem da Acadêmicos de Niterói.

Já a primeira-dama Janja ficou fora do desfile e foi substituída pela cantora Fafá de Belém. Janja era aguardada no último carro alegórico, mas acabou não desfilando. Janja passou pela Sapucaí, deu meia-volta pouco depois e retornou ao camarote onde Lula assistiu ao desfile da escola de Niterói.

Com samba e recados

A Acadêmicos de Niterói, primeira escola do Grupo Especial a desfilar na Marquês de Sapucaí neste domingo (15/2), levou para a Avenida uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Com o enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a escola apostou em uma narrativa linear da trajetória do petista, com referências explícitas à sua história política.

O samba-enredo fez acenos claros ao universo do PT, incluindo o grito de guerra entoado pela militância e menções ao número de urna do partido. A primeira-dama Janja também apareceu citada na letra, assim como o filme Ainda Estou Aqui.

Já o contraponto veio em uma alegoria que trouxe uma alusão ao ex-presidente Jair Bolsonaro, representado como um palhaço preso, de roupa listrada e tornozeleira eletrônica.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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