
A secretária de imprensa dos Estados Unidos, Karoline Leavitt, disse neste sábado (28/2) que o o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, avisou aos líderes do Congresso americano antes da realização do ataque contra o Irã.
Ela destacou, por meio das redes sociais, que o presidente americano, Donald Trump, monitora a situação no território iraniano e conversou por telefone com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
“O presidente Trump monitorou a situação durante a noite em Mar-a-Lago, juntamente com membros de sua equipe de segurança nacional. O presidente conversou por telefone com o primeiro-ministro Netanyahu. Antes dos ataques, o secretário Rubio ligou para todos os membros do grupo de oito pessoas para notificar o Congresso, e conseguiu contatar e informar sete dos oito membros. O presidente e sua equipe de segurança nacional continuarão monitorando de perto a situação ao longo do dia”, diz a publicação de Leavitt.
President Trump monitored the situation overnight at Mar a Lago alongside members of his national security team. The President spoke with Prime Minister Netanyahu by phone.
Prior to the attacks, Secretary Rubio called all members of the gang of eight to provide congressional…
— Karoline Leavitt (@PressSec) February 28, 2026
Entenda o ataque ao Irã
O ataque ao Irã ocorreu na manhã deste sábado. A informação foi divulgada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, e confirmada por Trump. O ataque foi efetuado “para eliminar ameaças nucleares”, segundo Katz.
Horas após os ataques dos EUA, a base da Marinha dos Estados Unidos no Bahrein foi alvo de mísseis iranianos, informaram as autoridades americanas.
A tensão entre o Irã e os Estados Unidos se arrasta pelos últimos meses. Como mostrou o Metrópoles, esse é o segundo ataque norte-americano contra o regime iraniano em menos de um ano.
O governo brasileiro condenou o ataque. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) expressou grave preocupação diante da situação.
“Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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