Com a escalada de tensão, Israel convoca 100 mil soldados reservistas

Taylor Hill/Getty Images
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu

O exército israelense s em meio a operação contra o Irã e a escalada da tensão no Oriente Médio.

Mais cedo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que os ataques contra o Irã devem aumentar.  De acordo com as Forças de Defesa de Israel, será feita uma preparação de de militares e será fornecidos “odos os meios logísticos necessários para operar nas melhores condições”.

Até o momento, ao menos nove pessoas morreram e mais de 2o ficaram feridas após os ataques do Irã a Tel Aviv, em Israel. O conflito começou no sábado (28/2), quando os Estados Unidos e Israel atacaram por meio aéreo o Irã. O operação ocasionou a morte do líder supremo do país, Ali Khamenei. O chefe da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour, e o ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, também morreram nos ataques.

Desde então, o Irã iniciou uma contraofensiva. A ação de retaliação iraniana também atingiu o Aeroporto Internacional de Dubai (DXB), nos Emirados Árabes Unidos.

O terminal confirmou a ocorrência de um “incidente” que resultou em danos a um de seus terminais e deixou quatro funcionários feridos.

Entenda a tensão no Oriente Médio

Após semanas de tensão entre os Estados Unidos e o Irã, o conflito atingiu um novo patamar após o ataque dos Estados Unidos contra o território iraniano.

No último sábado (28/2), forças militares dos Israel e dos Estados Unidos lançaram uma série de ataques aéreos coordenados contra o Irã, em uma operação descrita pelas duas nações como ofensiva estratégica contra alvos militares e de liderança em território iraniano.

A ação atingiu dezenas de instalações, incluindo centros de comando e posições militares, em uma ação sem precedentes entre as potências contra o país.

Autoridades iranianas confirmaram que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã desde 1989, foi morto nos ataques, junto com outros altos oficiais e membros de sua família.

O governo iraniano declarou um período de 40 dias de luto, enquanto protestos e manifestações de apoio ao regime se espalham internamente e aliados do Irã condenam o ataque como um “crime grave”.

Em retaliação, o Irã e suas forças aliadas lançaram ataques com mísseis e drones contra posições israelenses e bases americanas na região do Golfo, incluindo em países como Kuwait, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, provocando deslocamento de civis e sirenes de alerta em cidades como Tel Aviv e Jerusalém.

O fechamento temporário do Estreito de Ormuz e a continuidade dos ataques aumentaram o risco de uma guerra maior no Oriente Médio, com impacto que pode ser sentido nos mercados de energia globais.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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