
Localizada na parte anterior do pescoço e com papel essencial no metabolismo,a tireoide produz os hormônios triiodotironina (T3) e tiroxina (T4), que atuam na regulação do gasto energético do corpo, conforme explica o endocrinologista e metabologista José Marcelo Natividade, de São Paulo (SP).
Com atuação em obesidade e patologias da tireoide, o médico detalha que esses hormônios influenciam funções como frequência cardíaca, temperatura corporal e funcionamento intestinal. “Também participam do crescimento e desenvolvimento, especialmente durante a infância”, frisa o especialista.
“Em resumo, a tireoide é responsável por manter o equilíbrio metabólico do organismo”, argumenta o endocrinologista. À coluna Claudia Meireles, ele pontua os primeiros sinais que podem indicar um futuro comprometimento da glândula. Segundo o metabologista, os indícios tendem a “ser sutis e confundidos com outros problemas.”
Entre os sinais estão cansaço excessivo, alterações de humor e dificuldade de concentração. “Mudanças no peso corporal sem explicação clara também podem ocorrer. É comum notar pele mais seca ou queda de cabelo em fases iniciais”, lista José Marcelo. Ele cita que esses quadros merecem atenção por “indicarem início de disfunção.”

De acordo com o especialista, quando a tireoide já está comprometida, “os sintomas se tornam mais evidentes e persistentes”. “No hipotireoidismo, há lentidão, ganho de peso, intolerância ao frio e constipação. Já no hipertireoidismo, surgem palpitações, perda de peso, sudorese excessiva e nervosismo”, menciona o médico.
José Marcelo Natividade salienta sobre o possível aparecimento de alterações no ciclo menstrual e na fertilidade em decorrência do comprometimento da glândula. O endocrinologista aponta que, em alguns casos, observa-se aumento visível da tireoide, condição chamada de bócio.

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Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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