
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (2/3), que “os golpes mais duros” contra o Irã “ainda estão por vir”. A fala ocorre após uma série de ataques dos Estados Unidos e Israel contra o país, nesse fim de semana.
“Os golpes mais duros ainda estão por vir. A próxima fase será ainda mais punitiva para o Irã do que é agora. O mundo será um lugar mais seguro quando terminarmos a Operação Fúria Épica”, disse Rubio.
🚨 SECRETARY RUBIO: The hardest hits are yet to come. The next phase will be even more punishing on Iran than it is right now. The world will be a safer place when we are done with Operation Epic Fury. pic.twitter.com/AVQYtmUX21
— Department of State (@StateDept) March 2, 2026
Ainda de acordo com o secretário norte-americano, não há previsão de que as ofensivas sejam encerradas. “Não sei quanto tempo [os ataques] irão durar. Nós temos objetivos. Nós vamos continuar enquanto for necessário para atingirmos esses objetivos.”
O posicionamento de Rubio confirma uma declaração dada pelo presidente Donald Trump, também nesta segunda. De acordo com ele, os Estados Unidos “ainda nem começaram a atacá-los com força”. “A grande onda ainda não chegou. A grande onda de ataques ainda está por vir”, completou Trump.
Ataques contra o Irã
No sábado (28/2), militares dos Estados Unidos e de Israel iniciaram o maior ataque já registrado contra o território iraniano. A operação resultou na morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei.
Mais de 130 cidades foram atingidas. Segundo a Sociedade do Crescente Vermelho no país (IRCS), ao menos 550 iranianos morreram nos ataques.
A escalada de violência já impactou diretamente ao menos 11 países e promete se estender pelos próximos dias.
Na noite desse domingo (1º/3), o conflito ganhou um novo capítulo com ataques mútuos entre o Hezbollah, grupo extremista libanês, e Israel. O grupo reivindicou um ataque contra uma base militar em Haifa, ao norte de Israel, em demonstração de apoio ao Irã após a morte de Ali Khamenei.
Em Israel, nove morreram e cerca de 20 ficaram feridos. Os Estados Unidos também registraram as primeiras baixas militares, com a morte de seis soldados, três deles em um ataque ao porta-aviões norte-americano USS Abraham Lincoln, no Golfo Pérsico.
Em pronunciamento, o presidente Donald Trump afirmou que “possivelmente” novas mortes devem ocorrer e prometeu vingança.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

Deixe um comentário