PIB cresce 2,3% em 2025, diz IBGE

Michael Melo/Metrópoles
Imagem colorida de moeda de real

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,3% em 2025, na comparação com 2024, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3/3). O índice foi puxado principalmente pela agropecuária.

O resultado veio conforme a projeção oficial do governo do governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Fazenda, o PIB do Brasil avançaria 2,3% em 2025.

O PIB do ano totalizou R$ 12,7 trilhões. O resultado representa uma desaceleração da economia em relação a 2024, quando o índice foi de 3,4%. O governo federal, o Banco Central (BC) e o mercado esperavam um crescimento igual ou inferior a 2,3%.


O PIB do Brasil


A expectativa do governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), era que o índice ficasse em 2,3%. O número foi revisado para cima pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, no último dia 6. A projeção anterior era 2,2%. A previsão do Banco Central também era uma alta de 2,3%.

O mercado tinha previsões sensivelmente mais pessimistas do que os órgãos governamentais. Os analistas de mercado ouvidos pelo Banco Central esperavam um crescimento da economia de 2,26% para 2025. Instituições financeiras como XP, BTG e Itaú acreditavam em um avanço de 2,2% a 2,3%.

Histórico do PIB

Desaceleração

O PIB do terceiro trimestre de 2025 (julho, agosto, setembro) foi de 0,1%, quando comparado ao segundo trimestre, o que já indicava um desaquecimento da economia nacional. No segundo trimestre houve alta de 0,4%.

2026

A economia brasileira deve continuar o processo de desaceleração neste ano. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) espera um crescimento do PIB na casa de 1,6% em 2026, mesmo patamar previsto pelo BC.

O Ministério da Fazenda acredita em um avanço de 2,3% na economia. Já os analistas do mercado ouvidos pelo Banco Central na elaboração do Boletim Focus, indicam avanço de 1,82%.

Em atualização.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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