
A cotação do dólar à vista disparou na manhã desta terça-feira (3/3). Às 10h20, a moeda americana subia 1,76% em relação ao real, a R$ 5,25. Antes disso, às 9h05, logo na abertura da sessão, havia alcançado R$ 5,26.
Já o Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), às 10h30, literalmente, desabava com recuo de 3,11%, aos 183,4 mil pontos. Para dar uma ideia do quão radical é esse movimento, oscilações de mais de 1%, quer positiva, quer negativa, são consideradas expressivas.
Os mercados de câmbio e de ações reagiram intensamente à explosão do preço global do petróleo, provocada pelo quarto dia de confronto entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciado no sábado (28/2). Os agentes econômicos temem uma crise energética profunda, o que traria amplas implicações econômicas negativas – a começar pela inflação.
Pela manhã, às 8h30, o petróleo do tipo Brent, referência para o mercado mundial, operava em alta de 8,26%, a US$ 84,20 o barril. As previsões mais catastróficas indicam que esse valor pode chegar a US$ 100, algo que caracterizaria um forte choque de energia.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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