
O vice-presidente da CPMI do INSS, deputado Duarte Jr (PSB-MA), afirmou à coluna que a quebra de sigilo do empresário Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, foi resultado de uma “cagada” de seu colega, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).
Segundo Duarte, Pimenta deveria ter atuado desde o início para impedir que a CPMI retirasse da pauta a quebra de sigilo do filho do presidente Lula.
O vice-presidente acrescentou que a votação não deveria ter sido simbólica, mas nominal, para evitar riscos.
“Faltou conversa, diálogo. Foi uma cagada de Pimenta. Muita arrogância”, disse o parlamentar à coluna na noite de terça-feira (3/3).
Entenda o que aconteceu
Em sessão tumultuada na quinta-feira (26/2), a CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilo fiscal e bancário do filho do presidente Lula.
A votação foi simbólica, ou seja, sem registro nominal de votos. Nesses casos, os contrários precisam se manifestar em pé ou erguendo a mão.
Viana contabilizou sete votos contrários aos requerimentos, afirmando ter considerado apenas os membros titulares e desconsiderado os suplentes, e declarou os pedidos aprovados.
A confusão começou no momento em que o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), proclamou o resultado.
A base governista alegou que a contagem foi feita de forma equivocada. Parlamentares aliados a Lula recorreram ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, que manteve a decisão da comissão.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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