Entre os itens pesquisados, a carne segue como o mais caro, com preço médio de R$ 51,19 por quilo, variando de R$ 48,98 a R$ 53,40, refletindo a dispersão no mercado. O leite (R$ 5,84) e o feijão (R$ 6,44) mantiveram estabilidade, enquanto o arroz apresentou preço médio mais baixo, R$ 3,76, com diferenças expressivas entre estabelecimentos, indicando possibilidade de economia conforme o ponto de venda. Entre os hortifrutigranjeiros, a banana apresentou pouca variação, enquanto o tomate teve maior oscilação. Já o pão francês se manteve uniforme, com preço de R$ 11,99.
O custo médio total da cesta em março foi de R$ 646,80, com diferença de R$ 53,80 entre o menor e o maior preço pesquisado. A carne respondeu por aproximadamente 39,5% do total, equivalente a R$ 255,95, seguida por café em pó (R$ 66,84), leite (R$ 58,40), banana (R$ 39,87) e pão francês (R$ 35,97). Por outro lado, macarrão e açúcar tiveram menor impacto no orçamento familiar.
No acumulado de dezembro de 2025 a março de 2026, a cesta básica apresentou redução de 3,72%. Destacam-se quedas expressivas no arroz (-31,13%), na farinha (-22,49%), no óleo (-23,61%) e no macarrão (-22,73%), enquanto o tomate (+18,88%), a carne (+4,62%) e o pão francês (+1,61%) registraram aumento.
Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.
Fonte: Conteúdo republicado de ac24horas

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