Drones do Irã atacam centro de dados da Amazon no Bahrein

Wisam Hashlamoun/Anadolu via Getty Images
Imagem colorida de míssel no céu escuro - Metrópoles

A Guarda Revolucionária do Irã realizou um ataque com drones a um centro de dados da Amazon no Bahrein, comunicou nesta quarta-feira (4/3) a agência de notícias Fars, estatal iraniana.

Segundo a agência, o ataque foi realizado após a inteligência iraniana identificar que os centros da empresa americana forneceriam apoio para atividades militares e de inteligência dos Estados Unidos.

O Irã alega que centro de dados no Bahrein é o maior da Amazon na região, e é considerado a porta de entrada para os serviços de nuvem avançados da Amazon nos países do Golfo Pérsico e no Oriente Médio.

Centros da Amazon nos Emirados Árabes também foram atingidos

Além do ataque à base do Bahrein, o Irã também lançou bombardeou dois outros centros da Amazon, nos Emirados Árabes Unidos, nessa segunda (2/3).

A Amazon confirmou na segunda-feira (2/3) que os ataques atingiram diretamente as bases nos Emirados Árabes, e afirmou que bombardeios atingiram proximidades da base no Bahrein, o que causou impactos na infraestrutura.

“Nos Emirados Árabes Unidos, duas de nossas instalações foram atingidas diretamente, enquanto no Bahrein, um ataque de drone nas proximidades de uma de nossas instalações causou impactos físicos em nossa infraestrutura“, informou a Amazon Web Service, que tem atualizado as informações sobre os serviços de nuvem e digitais da empresa no Oriente Médio.

Guerra no Irã

No sábado, os Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva contra o Irã, que resultou na morte do líder supremo do país, Ali Khamenei.

Em resposta, o Irã atacou bases militares estadunidenses em diversos países do Oriente Médio, além de ataques contra Israel.

Os efeitos da guerra também impactam a economia global. No sábado, a Guarda Revolucionária do Irã fechou o Estreito de Ornuz – canal por onde passa um quinto do petróleo do mundo, e ameaçou incendiar qualquer navio que tente atravessá-lo. A medida inflacionou o preço internacional do barril de petróleo, que chegou a acumular uma alta de 10% após o início do conflito.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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