
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (5/3), a Operação Dataleaks para desarticular uma organização criminosa suspeita de obter, adulterar e comercializar dados pessoais e sensíveis extraídos de bases governamentais e privadas.
As investigações começaram após a identificação de uma base de dados clandestina que reunia informações pessoais de ministros do Supremo Tribunal Federal. Segundo a apuração, o material era alimentado por acessos indevidos a sistemas e bancos de dados oficiais.
Por determinação do STF, estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão temporária nos estados de São Paulo, Tocantins e Alagoas.
De acordo com a Polícia Federal, o grupo investigado seria responsável por obter dados sensíveis de forma ilegal, alterar registros e comercializar essas informações no mercado clandestino.
Os suspeitos poderão responder por crimes como organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro.
A investigação busca identificar a extensão do vazamento e possíveis conexões com outros esquemas de obtenção e venda ilegal de informações sensíveis.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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