
Albino Santos de Lima, conhecido como “serial killer de Alagoas”, foi condenado nessa quinta-feira (5/3) pelo assassinato de Genilda Maria da Conceição, de 71 anos. A idosa foi morta a tiros em 6 de fevereiro de 2019, enquanto levava o neto de 11 anos à escola.
O assassino em série foi condenado a 22 anos, 5 meses e 15 dias de prisão pelo crime. Já condenado por outros casos, suas penas agora ultrapassam 175 anos de reclusão. Esta foi a sétima vez que ele se sentou no banco dos réus.
À época do crime, o “serial killer” era vizinho de Genilda da Conceição e teria cometido o homicídio após deduzir que a idosa tinha ligação com o tráfico de drogas ou com facções criminosas. A suspeita surgiu porque, perto da residência dela, alguns usuários costumavam se reunir.
Por causa disso, Albino passou a observar a rotina da vítima e decidiu emboscá-la logo cedo, por volta das 6h40. A idosa foi atacada ao atravessar um beco enquanto levava o neto de 11 anos para a escola.
Ele relatou ainda que a vítima “falava demais” sobre o que acontecia na rua e que “não prestava”, o que o teria motivado a agir como um suposto “justiceiro” da sociedade.
10 assassinatos
Todas moravam em uma região periférica da capital alagoana e foram mortas a tiros entre outubro de 2023 e agosto de 2024. Ele foi preso em novembro daquele ano.
À época, Albino Santos confessou que monitorava as vítimas por meio das redes sociais e afirmou que elas faziam parte de uma organização criminosa. No entanto, essa versão não foi comprovada pelas investigações.
A delegada Tacyane Ribeiro, então coordenadora da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou que 10 vítimas foram identificadas e que nenhuma delas tinha envolvimento com facção criminosa.
As vítimas são:
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

Deixe um comentário