Trio é preso após pedir R$ 10 mil à vítima em golpe do novo número

Divulgação / PCGO
Celulares - Metrópoles

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu em flagrante três indivíduos suspeitos da prática dos crimes de estelionato e associação criminosa, na sexta-feira (6/3). O caso envolve o golpe chamado do “novo número”, em que os golpistas simulam ser parentes das vítimas, dizendo estar com telefones novos, para pedir dinheiro.

A prisão foi feita pela 15ª Delegacia Distrital de Polícia de Goiânia (1ª DRP), com apoio da Delegacia de Polícia de Posse (13ªDRP). De acordo com a PCGO, a vítima, residente naquele município, registrou ocorrência relatando que um indivíduo, se passando por seu filho, por meio de aplicativo de mensagens, solicitou transferências bancárias sob o pretexto de mudança de número de telefone.

A vítima realizou duas transferências, nos valores de R$ 1.560 e R$ 2.300. De acordo com os investigadores, na sequência, o autor continuou solicitando novas quantias, inclusive o valor de R$ 10 mil, momento em que a vítima percebeu tratar-se de um golpe e procurou a delegacia.

A equipe da Delegacia de Posse, com apoio da Unint da 10ª DRP – Ceres, identificou o endereço da beneficiária das transferências, residente em Goiânia, na área de circunscrição da 15ª DP.

Equipes da 15ª DP realizaram diligências e localizaram a mulher que recebeu os valores. Durante a abordagem, ela indicou a pessoa para quem havia emprestado a conta bancária.

Segundo a PCGO, o indivíduo foi localizado e confessou que captava contas bancárias para a prática dos golpes, recebendo cerca de 30% dos valores obtidos, apontando ainda o responsável pela execução das fraudes.

Os policiais civis localizaram o terceiro suspeito. Na residência dele foram apreendidos diversos aparelhos celulares, chips telefônicos e a quantia de R$ 2.300 em dinheiro. Com outro investigado também foram encontrados R$ 315 em espécie.

Os três foram conduzidos à unidade policial e autuados em flagrante pelos crimes de estelionato e associação criminosa, sendo posteriormente encaminhados à Central de Flagrantes, onde permanecem à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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