
Alunas que estavam a bordo do ônibus escolar envolvido em um acidente na manhã deste sábado (7/3), na Epia Sul, relataram que algumas das jovens da equipe de vôlei estavam em pé ou sentadas no chão do veículo na hora do acidente, por não ter assento para todos os passageiros.
O veículo colidiu contra uma árvore e uma passarela após a barra de direção do ônibus quebrar e o motorista perder o controle do veículo. O caso ocorreu perto da Candangolândia (DF) e deixou 17 feridos.
Ao Metrópoles, Júlia Oliveira, de 13 anos, contou que estava no ônibus, à caminho do jogo, quando foi surpreendida pelo forte impacto da batida. “Muitas meninas estavam em pé ou sentadas no chão por não haver espaço para todas irem sentadas nos bancos”, disse.
“A gente tava cantando, tava tranquilo, foi muito de repente. A gente pensou que ia pegar fogo. Aí o professor quebrou a janela e a gente conseguiu sair. Quando eu saí, senti um alívio enorme”, relatou a jovem ao Metrópoles.
A mãe de Júlia, Lilian Amarilis, 50 anos, que também esteve no local do acidente após receber a notícia da batida, demonstrou enorme alívio ao ver que a filha está bem. “A gente recebeu a notícia umas 8h e pouco, fiquei muito nervosa. O estrago é muito grande no ônibus, quem olha pensa que teve até morte né? Mas graças a Deus estão todas bem”, relatou.
O caso
Resgate feito pela janela
O motorista do veículo explicou ao Metrópoles que a porta do ônibus não abriu após o acidente e rapidamente uma fumaça começou a se espalhar. Eles tiveram medo de uma explosão e resgataram todas as alunas pela janela.
“Foi um susto horrível. Ainda mais quando vi fumaça saindo. Tivemos medo que pegasse fogo”, relatou o profissional.
O motorista do ônibus explicou que perdeu o controle do ônibus depois que a barra da direção do veículo quebrou. Ele afirmou que tentou puxar para esquerda para evitar a colisão, mas o veículo não respondeu a atingiu a árvore.
Após o acidente, 14 meninas foram hospitalizadas para avaliação. Três delas passaram por atendimento no Hospital de Base, sete para o Hospital de Taguatinga e quatro para o Hospital de Ceilândia. Todas estão fora de risco.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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