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Nos últimos anos, o ácido hialurônico se tornou um dos principais protagonistas dos procedimentos estéticos. Muito usado em preenchimentos, ele ajuda a recuperar volume, hidratação e firmeza da pele.
Agora, novas tecnologias prometem mudar esse cenário. Em vez de aplicar o ativo diretamente, o objetivo é estimular o próprio organismo a produzir ácido hialurônico novamente.
Uma das propostas nesse sentido é uma plataforma que utiliza inteligência artificial combinada com radiofrequência e ultrassom para estimular a regeneração da pele.
Leia a reportagem completa no Alto Astral, parceiro do Metrópoles.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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