
A revelação da influenciadora Maíra Cardi sobre a necessidade de uma cirurgia para remover o polimetilmetacrilato (PMMA) de seu rosto acendeu um alerta sobre a segurança em procedimentos estéticos. A empresária busca reverter complicações que incluem risco de necrose, decorrentes de um preenchimento antigo para suavizar o “bigode chinês”. O caso reforça a importância de diferenciar substâncias definitivas de tratamentos absorvíveis e seguros.
Entenda
Os perigos das substâncias definitivas
De acordo com Carine Amaral, especialista em harmonização orofacial, o episódio vivido por Maíra Cardi é um exemplo clássico dos perigos de materiais permanentes.
“Materiais definitivos podem gerar complicações difíceis de tratar. Em muitos casos, a única alternativa é a cirurgia, que nem sempre permite a retirada total do produto”, explica Carine, sócio-fundadora da Espaço Facial.
O sulco nasogeniano, que motivou o procedimento da influenciadora, é agravado por fatores como exposição solar, tabagismo e variações de peso. Contudo, segundo Carine, a medicina estética evoluiu para evitar o uso de plásticos no rosto, focando em regeneração e suporte.

Alternativas seguras e tecnológicas
Atualmente, o preenchimento com ácido hialurônico é a técnica mais difundida por ser reversível e durar entre 12 e 18 meses. Diferente do PMMA, ele é naturalmente absorvido pelo organismo. No entanto, Carine ressalta que o foco hoje está nos bioestimuladores de colágeno, que recuperam a firmeza da pele de dentro para fora.
Além dos injetáveis, a tecnologia oferece outros recursos para quem deseja eliminar as marcas sem riscos severos:
Para a especialista, a segurança deve ser a prioridade absoluta. O uso de materiais absorvíveis permite que o rosto envelheça de forma natural e que eventuais ajustes sejam feitos sem a necessidade de intervenções cirúrgicas invasivas. “O objetivo é tratar o envelhecimento de forma progressiva e segura, preservando a saúde do paciente”, conclui Amaral.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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