Em paralisação, servidores da educação de Rio Branco cobram reajuste salarial

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Em paralisação, servidores da educação de Rio Branco cobram reajuste salarial

Por Rebeca Martins17 de março de 2026 – 09h50 2 min de leitura

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Servidores municipais de educação de Rio Branco realizam, nesta terça-feira (17), uma assembleia em frente à Prefeitura da capital, na Praça da Revolução, no Centro da cidade. A paralisação ocorre em meio a uma disputa por reajuste salarial e pelo repasse do Fundeb dos anos de 2024, 2025 e 2026, que, segundo o sindicato, não foi repassado à categoria pelo Executivo Municipal.

Foto: Whidu Melo/ac24horas

O diretor de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Reginaldo Barreto, explicou que a mobilização desta terça foi definida na paralisação anterior, caso o município não apresentasse respostas concretas até a data. “Deliberamos na última paralisação que estaríamos aqui hoje, no dia 17, caso não tivesse nenhuma informação concreta do município sobre o nosso reajuste, sobre nossas pautas”, disse Barreto.

Segundo ele, após a última paralisação, a prefeitura enviou ofício com convite para reunião no dia 13, à qual o sindicato compareceu e apresentou todas as demandas da categoria. A resposta, no entanto, não foi considerada satisfatória. “No momento concreto, nós não temos nada. A prefeitura continua pedindo prazos para que possam apresentar algo concreto para a categoria”, afirmou o diretor.

Entre as reivindicações, o sindicato cobra a aplicação correta dos recursos do Fundeb, o respeito à paridade salarial e o pagamento digno aos profissionais da educação.

O dirigente também contestou declarações do prefeito Tião Bocalom feitas na abertura do ano letivo, na segunda-feira (16), quando o gestor afirmou que as escolas já receberam fardamento, material escolar e que tênis seriam distribuídos. “Se vocês procurarem saber dentro das comunidades escolares, isso não é realidade. Não tem nenhuma escola que recebeu nenhum desses materiais”, afirmou Barreto. Ele acrescentou que, nos anos anteriores, o fardamento foi entregue apenas no final do ano letivo, o que prejudica o orçamento das famílias que precisam comprar uniforme no início do período escolar.

A assembleia desta terça teve como objetivo apresentar à categoria as propostas trazidas pelo Executivo Municipal e decidir, de forma coletiva, se os servidores aceitam as condições oferecidas ou se as manifestações continuam.​​​​​​​​​​​​​​​​

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Rebeca Martins

Rebeca Martins

Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

rebecamsmartins@gmail.com

Fonte: Conteúdo republicado de ac24horas

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