Márcio Poncio rebate críticas por ser pastor e dono de fábrica de cigarros

Reprodução/Redes sociais.
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O pastor Márcio Poncio usou suas redes sociais nesta terça-feira (17/3) para responder um seguidor que questionou como ele pode ser religioso e, ao mesmo tempo, empresário do ramo de tabacos.

No vídeo, ele detalhou sua trajetória profissional desde o primeiro emprego até a criação da própria empresa.

“Fiz 18 anos, precisava trabalhar, fiz uma corrente ali em busca do meu primeiro emprego. Ao término dessa campanha, já tinha mandado muitos currículos para muitas empresas, e o retorno que eu recebi foi um convite de uma fábrica de cigarro”, começou explicando.

Orientação religiosa

O pastor explicou que, mesmo com dúvidas iniciais por conta da fé, procurou seu pastor, que o orientou:

“Rapidamente procurei o meu pastor. O meu pastor, que era a minha maior autoridade, me orientou que se a empresa fosse legalizada, tivesse constituída, carteira assinada, cumprisse ali todos os trâmites legais, que eu poderia aceitar a proposta de emprego tranquilamente, que eu não estaria incorrendo em erro nenhum.

Ele detalhou sua trajetória dentro da indústria: “Foi o que eu fiz: aceitei aquela oportunidade de trabalho e fui avançando aos poucos. Comecei como operário, depois fui motorista, passei para vendas, me tornei vendedor, supervisor e depois gerente de vendas.”

O pai de Sarah Poncio ressaltou, por fim, como cada experiência acumulada ao longo dos anos o preparou para o próximo passo: “Mais tarde, abri a minha própria distribuidora e trabalhei muitos anos nela até conseguir estabelecer a nossa própria indústria, a Crive Tabacos, que está no nome da nossa família. Hoje, geramos mais de mil empregos diretos e indiretos. E é isso, espero ter ajudado.”

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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