
O Tesouro Nacional fez novas recompras de títulos públicos para conter a alta dos juros futuros, impulsionada por incertezas globais e domésticas, nessa terça-feira (17/3). Em dois dias, o volume de operações somou R$ 43,6 bilhões, superando nominalmente as intervenções da pandemia de Covid-19 (R$ 35,56 bilhões em 15 dias) e de crises como as de 2013 e 2018.
O objetivo é reduzir a volatilidade na curva de juros, que serve de base para as expectativas da Taxa Selic.
Atualmente, o mercado enfrenta a pressão do conflito no Oriente Médio e alta no preço do petróleo. A possibilidade de uma greve dos caminhoneiros também aumenta as incertezas internas.
Nova taxa de juros
A atuação ocorre na mesma semana em que o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne para decidir a nova taxa básica de juros, a Selic. O mercado espera um corte de 0,25 ponto percentual na Selic nesta quarta-feira (18/3).
Antes do agravamento dos conflitos no Oriente Médio, a expectativa era de um corte de 0,5 ponto.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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