
Faltando 10 dias para o fim do prazo de funcionamento da CPMI do INSS no Congresso, o PT fez troca entre seus integrantes na comissão com objetivo de tentar “incendiar” a reta final dos trabalhos.
O partido indicou o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) como suplente da CPMI no lugar do deputado Alencar Santana (PT-SP). Lindbergh tem perfil bem mais explosivo e midiático do que o de Santana.
Segundo petistas, Lindbergh terá como missão tentar contrapor a bancada bolsonarista e confrontar o relator da matéria, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), em um relatório possivelmente prejudicial ao governo Lula.
Um dos objetivos do petista, por exemplo, será sugerir, de forma mais incisiva, o envolvimento do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto, o qual, na visão petista, estaria sendo “poupado” da investigação.
Enquanto líder do PT na Câmara, Lindbergh ficou conhecido pelos confrontos. Esse perfil levou o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), a romper relações com o deputado, que é esposo da ministra Gleisi Hoffmann.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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