Os deputados estaduais Chico Viga (PDT) e Pablo Bregense (PSD) aguardam os movimentos dos partidos que passam por Brasília para definirem os seus futuros políticos para tentarem a reeleição em 2026.
Nos bastidores, circula a informação de que Chico tem reclamado que o governo quer colocá-lo na chapa União Progressista, mas o parlamentar entende que as chances de se reeleger na chamada “chapa da morte” são poucas. O Palácio Rio Branco entende que o ideal era colocar 15 deputados com mandatos, com a chance de 12 retornarem à Aleac em 2027.
O ac24horas conversou por telefone com Chico, que disse apenas que “as coisas vão se resolver”. “Tá todo mundo em Brasília vendo isso. Não tem nada definido. Tem vaga na chapa do governo, mas ninguém quer ir para lá”, disse o parlamentar.
Já Bregense, que contava com o apoio para se filiar ao PL do senador Márcio Bittar, recebeu não. O partido de Bolsonaro decidiu que apenas os deputados que já são da sigla continuarão, como Arlenilson Cunha, e a chapa será composta apenas por uma ampla maioria de candidatos sem mandato. “Sem qualquer situação concreta ou organização”, disse o deputado ao ac24horas, sem entrar em maiores detalhes.
A reportagem apurou que Bregense tem se inclinado a não entrar na chapa governista. Vários deputados da base defendem que candidatos que obtiverem 8 mil ou 9 mil votos correm o risco de ficar de fora da lista de eleitos.
Apesar de Bregense e Viga sinalizarem insatisfação com os movimentos, nenhum deles até o momento sinaliza ir para o lado do senador Alan Rick, assim como fez o deputado Eduardo Ribeiro.
Editor de política do ac24horas e jornalista atuante em jornais on-line há mais de 20 anos. Atualmente é CEO do Ecos da Notícia e Hoster do programa semanal Boa Conversa que é transmitido ao vivo todas as sextas-feiras, às 11 horas da manhã
Fonte: Conteúdo republicado de ac24horas

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