
Parte final do intestino, o cólon tem o papel de “finalizar” o processo digestivo e preparar a eliminação do bolo fecal, conforme explica a coloproctologista Aline Amaro. A médica pontua sobre o órgão tubular também absorver água e sais minerais do conteúdo intestinal para ajudar a formar fezes com consistência adequada, além de coordenar o ritmo evacuatório.
De acordo com a especialista, muitas doenças relevantes do cólon podem começar sem sintomas, por isso, o rastreamento existe e deve ser feito. “Quando surgem os sinais iniciais, costumam ser discretos, persistentes e fáceis de ‘normalizar’”, sustenta Aline, que atende em Brasília (DF).
A coloproctologista destaca que um dos principais indícios de futuro comprometimento do cólon é a mudança no hábito intestinal por semanas. Ao longo do quadro, o indivíduo pode apresentar constipação nova, diarreia persistente, alteração no formato das fezes e alternância entre diarreia e prisão de ventre.
“Presença de sangue nas fezes, sangue no papel ou fezes muito escuras mesmo quando a pessoa atribui a hemorroidas”, esclarece a médica com relação aos sinais de que o cólon não está saudável. A pessoa também tende a se queixar de sensação de evacuação incompleta, urgência para defecar, aumento progressivo de gases e distensão abdominal.

Quando o cólon está adoecido, a especialista complementa que o paciente pode sentir cansaço fora do habitual e anemia por falta de ferro, o que ocorre sem causa clara. Aline Amaro menciona mais um indício: perda de peso sem explicação.
A médica salienta: “Esses sinais não significam, por si só, ‘câncer’, mas indicam que o cólon merece avaliação, principalmente quando são persistentes, progressivos ou aparecem depois dos 40 a 50 anos”. Manter o órgão tubular saudável requer adotar bons hábitos, como alimentação balanceada, atividade física regular e evitar tabagismo.

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Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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