Homem se irrita com curtidas em rede social e agride ex-mulher grávida

Agência Brasil
Imagem conceitual de violência contra mulheres - Metrópoles

Uma mulher grávida foi agredida a cotoveladas e mordidas pelo ex-companheiro em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Ele teria se irritado após ver que outro homem havia curtido fotos dela em uma rede social. Além de atacar a vítima, o acusado fugiu com o filho e, depois de devolvê-lo, atacou a ex-sogra e outro familiar das vítimas com uma garrafa de vidro.

O ataque, ocorrido nessa quinta-feira (19/3) no distrito de Jundiapeba, é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Mogi das Cruzes.

Segundo o relato das vítimas, Alexsander Henri Viana dos Santos Miranda, de 21 anos, foi à casa da ex-companheira sob o pretexto de que entregaria alimentos ao filho. Ao atendê-lo, a vítima, de 19 anos, foi brutalmente agredida com socos e cotoveladas, inclusive na barriga, além de receber golpes no rosto e mordidas.

Curtida em rede social

O acusado só deixou a casa da vítima após tentar esganá-la, roubar seu celular e sequestrar o filho do casal. Em depoimento à Polícia Civil, a vítima disse que o ex-companheiro batia nela e dizia que “o motivo das agressões seria em razão de uma curtida de outro homem nas redes sociais da vítima, o que teria o incomodado”.

A mãe da jovem grávida foi avisada sobre o ataque brutal, e conseguiu convencer Alexsander por telefone a retornar ao imóvel para entregar a criança. Ao chegar ao local, no entanto, um novo episódio violento teve início.

O tio da jovem grávida confrontou Alexsander sobre as agressões e o roubo do celular, mas foi agredido pelo acusado. Durante a briga, o acusado pegou uma garrafa de cerveja quebrada e também golpeou a ex-sogra, que teve diversos ferimentos pelo corpo. Em seguida, ele fugiu.

Segundo a Polícia Civil, a mulher grávida tinha registrado um boletim de ocorrência no início deste mês contra o acusado e obtido medida protetiva. A polícia deve solicitar a prisão de Alexsander pelo descumprimento de medida protetiva, além dos crimes de tentativa de feminicídio, tentativa de homicídio, violência doméstica e lesão corporal.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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