
A economia da Argentina voltou a crescer em 2025, indicando uma recuperação após o período de retração registrado no ano anterior. Dados oficiais mostram que o Produto Interno Bruto (PIB)
O resultado reflete uma retomada da atividade econômica ao longo do ano, com destaque para o desempenho do setor agrícola, que ajudou a puxar o crescimento.
Ainda assim, o número veio abaixo das expectativas do governo e de organismos internacionais, que projetavam uma expansão um pouco maior para o período.
A melhora ocorre em meio às políticas de ajuste implementadas pelo presidente Javier Milei, que assumiu o governo no fim de 2023 com a promessa de reorganizar as contas públicas e controlar a inflação.
O pacote incluiu cortes de gastos, reformas estruturais e medidas de liberalização da economia, que, embora tenham ajudado a estabilizar alguns indicadores, também impactaram o nível de atividade em um primeiro momento.
Ao longo de 2025, a economia passou a mostrar sinais mais consistentes de recuperação, após meses de contração ligados ao ajuste fiscal e monetário.
Indicadores mensais de atividade já apontavam crescimento ao longo do ano, sugerindo uma saída gradual da recessão iniciada anteriormente.
Apesar da retomada, analistas apontam que o cenário ainda é desafiador. Problemas estruturais, como inflação elevada, fragilidade do consumo e necessidade de maior investimento, continuam no radar e podem limitar um crescimento mais robusto nos próximos anos.
O desempenho do PIB, portanto, é visto como um sinal positivo, mas ainda insuficiente para garantir uma recuperação sustentada da economia argentina, que segue dependente da continuidade das reformas e da estabilidade do cenário internacional.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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