Além de Minas, PT ainda precisa definir palanques em nove estados

Ricardo Stuckert / Presidência da República
imagem colorida mostra lula com expressão séria em discurso. ele é um homem branco, com cabelo e barba brancas, e veste um terno azul.

Além de Minas Gerais, onde aguarda decisão de Rodrigo Pacheco, o PT precisa definir os palanques do partido — e consequentemente do presidente Lula — em pelo menos nove estados do Brasil.

Segundo planilha da legenda à qual a coluna teve acesso, o PT ainda não tem palanques definidos em Goiás, Acre, Mato Grosso, Paraíba, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, no Tocantins e Maranhão.

 

No Nordeste, um dos maiores imbróglios hoje é no Maranhão. No estado, o PT cogita lançar o vice-governador, Felipe Camarão (PT), ao governo a apoiar nomes de outros partidos.

Na disputa ao Senado, Lula tem quatro opções: os senadores Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PSD); o ministro do Esporte, André Fufuca (PP); e o líder do União Brasil na Câmara, deputado Pedro Lucas.

Em Sergipe, o PT flerta com o PSD e pode apoiar a reeleição do governador Fábio Mitidieri. No Senado, o partido terá o senador Rogério Carvalho (PT) e considera apoiar a reeleição de Alessandro Vieira (MDB).

O cenário para o PT no estado de Motta

Na Paraíba, terra do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), o partido de Lula tem duas opções para o governo: o vice-governador, Lucas Ribeiros (PP), ou o atual prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB).

Já para o Senado, o PT definiu que apoiará o governador João Azevedo (PSB) para uma das vagas. Na outra, porém, precisa decidir se apoia o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) ou Nabor Wanderley (Republicanos), pai de Motta.

Senador do PL aparece em planilha do PT

No Tocantins, o PT de Lula também não tem candidato próprio ao governo e avalia apoiar a senadora Professora Dorinha (União Brasil), que tentará se eleger como governadora.

Na planilha do PT à qual a coluna teve acesso, a legenda cita até mesmo a possibilidade de apoiar a reeleição do senador Eduardo Gomes (PL), ex-líder do governo Bolsonaro no Congresso.

O presidente do PT no Tocantins, Nile William, porém, negou a possibilidade de apoiar Eduardo Gomes, que costuma votar com o governo Lula em alguns projetos no Senado.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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