
No extremo sul do Rio Grande do Sul, mais precisamente no pequeno município de Santa Vitória do Palmar, passaram a existir duas novas unidades de conservação, o Parque Nacional Marinho do Albardão e a Área de Proteção Ambiental do Albardão. Uma das espécies que vive na região é a toninha, o menor golfinho do mundo e o mamífero marinho mais ameaçado de extinção no Atlântico Sul Ocidental. A proteção das espécies foi o que motivou a criação das unidades de conservação.
Na fronteira com o Uruguai, os espaços criados oficialmente pelo Governo Federal no mês de março somam, juntos, mais de 16 bilhões de metros quadrados. Só o Parque Nacional Marinho do Albardão, ultrapassa 10 bilhões de metros quadrados, fazendo dele o maior parque marinho do Brasil. Para ter uma ideia, isso corresponde a quase sete vezes o tamanho do território da cidade de São Paulo.
A criação das unidades de conservação
Esse pedacinho, ou melhor, pedação, do litoral do Rio Grande do Sul é fonte de pesquisa de cientistas há mais de 30 anos. Eles monitoram um trecho que vai desde o Farol de Albardão até a Praia do Hermenegildo, a mais conhecida de Santa Vitória do Palmar, para entender o comportamento dos animais da região. Tartarugas marinhas, tubarões, raias, aves marinhas migratórias e vários mamíferos se alimentam, se reproduzem e crescem nessa área.
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Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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