Sobrevivente de câncer enviou flores anônimas por mais de 10 anos

Reprodução
Ruth Spalding

Uma sobrevivente de câncer emocionou ao revelar um gesto silencioso de empatia que manteve por mais de uma década: enviar flores, de forma anônima, para outros pacientes em tratamento. A história, de Ruth Spalding, veio à tona após anos de discrição, mostrando como pequenos atos podem ter grande impacto em momentos difíceis.

A iniciativa começou depois que ela própria recebeu flores inesperadamente durante o tratamento, há cerca de 20 anos — um gesto simples que, segundo ela, mudou completamente seu dia e ficou marcado para sempre. 

Inspirada por essa experiência, passou a financiar entregas de buquês para pacientes com câncer por meio da Ellie Fund, sempre com um cartão discreto, assinado apenas como “de um amigo”.

Durante anos, ninguém sabia quem estava por trás das surpresas. As flores tinham como objetivo levar conforto emocional e mostrar aos pacientes que eles não estavam sozinhos em um momento tão delicado. 

Segundo representantes da organização, o gesto funciona como uma forma genuína de dizer “nós vemos você e sabemos que você está passando por algo difícil.”

A identidade da doadora só foi revelada recentemente, durante um evento beneficente da instituição, que decidiu homenagear sua generosidade. O reconhecimento também marcou o início de um novo projeto: a criação de um fundo especial para ampliar a distribuição de flores a pacientes em tratamento, garantindo que o gesto continue alcançando ainda mais pessoas.

Emocionada, ela afirmou que nunca imaginou o alcance da iniciativa. Para ela, o mais importante sempre foi oferecer um momento de leveza em meio à rotina difícil do tratamento. “Faz as pessoas se sentirem melhor, é como um respiro”, resumiu, destacando o poder de um gesto simples em transformar o dia de alguém.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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