A aposta da CPMI para a decisão da 2ª Turma do STF sobre a comissão

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
CPMI do INSS

Integrantes da cúpula da CPMI do INSS apostam que a decisão do ministro André Mendonça de prorrogar os trabalhos da comissão por mais 60 dias será mantida pela Segunda Turma do STF.

Na noite da segunda-feira (23/3), Mendonça ordenou que o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), prorrogue a CPMI e enviou sua decisão monocrática à Segunda Turma.

A Turma é formada pelo próprio Mendonça e pelos ministros Gilmar Mendes, Nunes Marques, Luiz Fux e Dias Toffoli, que se declarou suspeito em algumas votações do Caso Master, implicado na CPMI do INSS.

O julgamento, que será feito de forma virtual, deve começar em 3 de abril e durar até o dia 13. Caso a decisão seja derrubada, o futuro da CPMI terá de ser reavaliado, inclusive a votação do relatório final.

Decisão sobre a CPMI

Em sua decisão, Mendonça destacou que a Mesa Diretora e a Presidência do Congresso não “dispõem de margem política para obstar o regular processamento” do requerimento de prorrogação da CPMI, que conta com o apoio necessário dos parlamentares.

“Preenchidos os requisitos constitucionais e regimentais aplicáveis, a Mesa Diretora e a Presidência do Congresso não dispõem de margem política para obstar o regular processamento do requerimento de prorrogação de uma CPMI, inclusive seu recebimento, leitura e publicação”, diz o ministro.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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