
Um estudante, que se identifica como Luis Henrique nas redes sociais, viralizou após zerar a redação de um vestibular. Ele tentou defender o texto escrito, afirmando que não merecia nota zero, mas acabou sendo detonado também pelos internautas.
No X, ele lamenta a desclassificação por ter a nota zerada. “Foi-me informado que o texto apresenta inconsistências, nenhuma das quais, entretanto, justificaria a anulação, considerando os critérios de correção previstos no guia de provas da Fuvest”, diz ele, mencionando uma suposta avaliação feita por professores de redação e ex-corretores de vestibulares.
Veja o post:
fui desclassificado da fuvest em decorrência da atribuição da nota zero à minha redação
após submeter a dissertação argumentativa por mim elaborada à avaliação de coordenadores do departamento de língua portuguesa, professores de redação e ex-corretores de vestibulares + pic.twitter.com/xihjeqhz3j
— Luis Henrique (@lhetechebere) March 25, 2026
Em seguida, o estudante afirma que mobilizou uma medida judicial para ter uma justificativa específica para a anulação da redação, mas não recebeu resposta da Fuvest. “Não tive acesso a orientações concretas sobre os aspectos que devem ser aprimorados em minhas dissertações, o que compromete a possibilidade de um aperfeiçoamento consistente.”
Diante disso, resolveu pedir ajuda de internautas para aprimorar o texto, mas acabou sendo detonado no X. “Sua redação talvez seja o pior texto que eu li em toda a minha vida”, escreveu um. “Espero que tu perca esse processo e crie vergonha na cara. Foge da graduação”, opinou outro.
Além do texto, a caligrafia do estudante também foi criticada pelos internautas, bem como o tema adotado por ele.
“Você escreveu muito para não falar nada no final. Conclusão rasa e texto raso, usar jargões e palavras rebuscadas não vão adicionar riqueza ao seu texto. As referências soltas também são péssimas, fora as frases longas e falando pouco (ou nada)”, criticou mais um perfil.
“Não tem tese clara. Não tem exemplo concreto. Não se faz entender. Repertório não salva texto incompreensível”, cravou um último.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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